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30 outubro 2015

Craque Imortal


Diego Armando Maradona Franco, ou se quiserem El Pibe D'oro. O Gênio da canhota, da "mão de Deus", do Boca, do Napoli e de toda uma nação. Ele que levou aos campos e até hoje ainda leva seu patriotismo donde a Argentina tiver sendo representada.

Minha primeira lembrança dele é um pouco traumática pra boa parte dos brasileiros, era oitavas de final da Copa de 90, e um Brasil e Argentina logo de cara. Os hermanos eram os atuais campeões mundiais e Maradona era a ameaça mais real e perigosa naquele momento, ele não jogou tão bem, foi bem marcado durante quase todo o jogo, eu disse QUASE, porque em um cochilo na meia cancha brasileira, o que todos temiam aconteceu, Ele pegou uma bola na intermediária, e saiu driblando/desfilando com sua canhota, sem olhar a pelota, seu olhar era fixo no gol, sempre em direção ao gol - talvez por isso os adversários não conseguiam para-lo, talvez eles se perguntassem: "como ele consegue controlar a bola sem olhar pra ela?" - e assim, hipnotizando os brasileiros, ele deixou Cannigia de frente pro crime. Pronto, ali estava decretada o fim da participação canarinho na Copa da Itália, e o começo da minha admiração pelo maior jogador de todos os tempos. Não quero saber sua opinião sobre quem é o maior, pra mim é ele, e ponto final.

"Maradona és mas grande", porque leva consigo a essência do futebol, de querer ganhar sempre, nem que pra isso seja preciso usar de artifícios contraditórios diante da lei. E desta forma levou a Argentina ao topo do Mundo em 1986, levou o mediano Napoli ao topo da Europa em 1989 e o Boca Juniors a um patamar mais elevado no futebol mundial.

Diego Armando Maradona, a lenda que jamais morrerá. 

Olê Olê Olê......Diego.....Diego.....


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