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28 janeiro 2016

Arena Indica #06: O jogo de botão

O futebol de botão ou "futmesa" é uma brincadeira sadia que existe desde o século passado, mais precisamente, a partir de 1930 quando o brasileiro Geraldo Cardoso resolveu trocar os bonecos de madeira por botões de plástico. 
Hoje em dia, essa brincadeira é muito séria, até virou esporte com regras, categorias e inúmeros adeptos no mundo todo. 
O esporte continua com a mesma essência de 86 anos atrás, mas passou por vários aperfeiçoamentos para se tornar um jogo legalizado, tanto que existem federações e campeonatos mundiais. 
Em um mundo tão globalizado e "digital", o contato das crianças com o jogo de botão é quase nulo. A maioria dos praticantes são adultos que trouxeram o vício desde quando eram garotos. 

Times perfilados e pronto para o duelo (Imagem: Guia dos Curiosos)





A emoção do torcedor no estádio vai parar na beira da mesa ou estrelão, como queiram, e transborda o limite do "acreditável". Torcedores viram treinadores e jogadores das suas equipes em busca do objetivo principal, vencer seu oponente. 
O Arena Indica de hoje é em homenagem ao botonistas e a nostalgia que essa brincadeira nos remete. Vamos recomendar o site Botões Clássicos que possui uma imensa variedade de esquadrões e ainda personalizam da forma que você deseja seja do seu time de coração ou da banda que você é fã. 
Os botões são feitos um a um de forma artesanal, o material utilizado é o acrílico, além de obter todos os acessórios necessários para uma partida.




VIVA O FUTEBOL DE BOTÃO! 




27 janeiro 2016

Primeira Liga, será o primeiro passo para a revolução ?

Clubes participantes da Primeira Liga (Sul- Minas- Rio)

A Primeira Liga vai começar! Após o retorno e sucesso da Copa do Nordeste, os dirigentes dos clubes do sul e sudeste do país começaram a olhar com bons olhos uma competição inter estadual. Além dos lucros com bilheteria e visualização, a competição vai muito além do dinheiro, é questão da independência do futebol brasileiro. A CBF tentou acabar com o Nordestão em seu primeiro após a volta, tanto que foi defasada em 2010. Os clubes resolveram se unir e brigar com a mandona do futebol tupiniquim e os resultados estão aí: sucesso de bilheteria, premiações muito boas e uma vaga na Copa Sul Americana. Fizeram o mesmo com a Primeira Liga, mas com uma pitada de sacanagem (costumeiro vindo daquelas bandas), pois soltaram uma nota firmando que a competição não oficial e que os clubes seriam punidos caso descumprissem a ORDEM.
A CBF teima em não "oficializar" a Primeira Liga, mas os clubes, mesmo que desunidos, resolveram peitar a gestora e não abriram mão da competição. 
A entidade máxima do nosso futebol vive uma crise sem precedentes com acusações de corrupção entre tanto outros crimes, principalmente, no legado do nosso futebol. Essa é uma oportunidade única que os clubes tem de virar o jogo e mostrar que são maiores que eles. A situação atual tem que ser invertida, pois é a CBF que precisa dos clubes e não ao contrário. 
A competição que se inicia hoje, poderia ter tido um impacto maior se os clubes tivessem mobilizado campanhas ou valorizassem a liga. Essa "revolução" poderia ter tido um impacto maior nas pretensões dos cartolas.
Um dia antes (25/01), as redes sociais estavam fervendo com a hashtag #JuntosPelaPrimeiraLiga e os clubes entraram na onda resolvendo provocar os adversários da estreia e conclamar para que os torcedores lotem os estádios e quem não puder ir acompanhem nos canais fechados. O sucesso do torneio é muito mais importante do que pensemos, vai além de mais um caneco para a galeria dos clubes e para isso, é preciso a UNIÃO de todos, não em favor da Primeira Liga, mas sim, em prol do FUTEBOL BRASILEIRO. 


Fomos nós que revolucionamos o futebol, mas precisamos nos atualizar, renovar e o primeiro passo para isso é acabar com a fanfarra dos corruptos da CBF. 

Rodadas da Primeira Liga (Imagem: globoesporte.com)


Jogos,datas,locais,horários e transmissões: http://doentesporfutebol.com.br/primeira-liga/






26 janeiro 2016

Torcida da Semana - Liverpool

Torcida do Liverpool em Anfield cantando You'll Never Walk Alone

Você certamente já deve ter assistido alguma partida do Liverpool pela TV e ficado maravilhado ao ouvir os ingleses cantarem You'll Never Walk Alone. A canção, que é talvez a mais perfeita simbiose entre time e torcida no mundo, é o hoje tema do nosso Torcida da Semana. 

A música originalmente é de um espetáculo da Broadway de abril de 1945, chamado  "Carousel" . Também é tema de bailes de formatura nos Estados Unidos. A canção ainda tem uma forte ligação com a segunda guerra mundial, ela era cantada pelas famílias dos soldados americanos que ainda estavam nos frontes de batalha.

Mas como um canto de um musical americano foi parar nos estádios ingleses? Pois bem, em 1963 a banda de rock Gerry and The Pacemakers gravou a música e ela ficou por quatro semanas no topo das paradas de sucesso no reino Unido. Esse grupo era de Liverpool, composto apenas por torcedores dos Reds e eram, na época, "rivais" dos Beatles na briga pelos primeiros lugares nas rádios. Na década de 60 o DJ do estádio de Anfield passava antes das partidas as 10 músicas mais tocadas no país, ele exibia a lista em ordem decrescente, portanto quando chegava na primeira colocada da semana, já era quase hora da bola rolar, e por 4 semanas eles cantaram You'll Never Walk Alone. A identificação foi tão grande que mesmo após a canção sair do topo, a torcida continuava a cantá-la antes das partidas. 

Algumas torcidas também cantam o tema nas arquibancadas, Borussia Dortmund e Saint Pauli (Alemanha), Feynoord (Holanda), Red Stars (França) e Celtic (Escócia). Os escoceses inclusive falam que foram os primeiros a levar o hino pros estádios, porém, nada passa de uma intriga entre "co-irmãos de realeza".

Em 1992 o Liverpool comemorou seu centenário, até ali o escudo sempre tinha o "Liver bird" - que é uma ave mitológica e é o símbolo da cidade - e foi adicionado o tema da música no escudo oficial do clube, atestando de vez a ligação arquibancada/campo.



Escudos Liverpool



Para os amantes de rock, a canção foi regravada por ninguém menos que Elvis Presley e em 1971 o Pink Floyd lançou Fearless, música onde foi adicionado o som da torcida cantando o tema no estádio. 


You'll Never Walk Alone é uma daquelas músicas que encantam a qualquer um, seja como musical da Broadway, tema de formandos, como Rock progressivo ou nas arquibancadas. 


You'll Never Walk Alone       

When you walk through a storm
Hold your head up high
And don't be afraid of the dark
At the end of the storm
There's a golden sky
And the sweet silver song of a lark

Walk on
Through the wind
Walk on
Through the rain
Though dreams be tossed and blown

Walk on
Walk on
With hope
In your heart
And you'll never walk alone
You'll never walk alone

Walk on
Walk on
With hope
In your heart
And you'll never walk alone
You'll never walk alone



Você Nunca Caminhará Sozinho

Quando você caminhar por uma tempestade
Mantenha sua cabeça erguida
E não tenha medo da escuridão
No fim da tempestade
Há um céu dourado
E a doce canção prateada de uma cotovia

Caminhe
Pela chuva
Caminhe
Pela chuva
E seus sonhos serão lançados e soprados

Caminhe
Caminhe
Com esperança
No seu coração
E você nunca caminhará sozinho
Você nunca caminhará sozinho

Caminhe
Caminhe
Com esperança
No seu coração
E você nunca caminhará sozinho
Você nunca caminhará sozinho






25 janeiro 2016

Os "Flamengos" das Copinhas de 90, 2011 e 2016

O Flamengo campeão do brasileiro de 1992 tinha como base o elenco campeão da Copinha em 1990 e a experiência de Júnior e Zinho. (Foto: Fla/Arquivo)


A Copa São Paulo de Futebol Júnior é a maior vitrine da base do futebol brasileiro. Grandes jogadores despontaram para o profissional após fazer um ótimo campeonato, mas muitos não vingaram o esperado. O Flamengo conquistou seu terceiro título, ao vencer o Corinthians nos pênaltis por 4x3, após um 2x2 no tempo normal. 
Muito mais que o título, a Copinha serve para amadurecer jovens talentos na transição para o profissional. No caso do rubro-negro, a competição serviu e MUITO em 1990, pois, além do título, a Gávea revelou craques do porte de Djalminha, Paulo Nunes, Marcelinho Carioca, além de Júnior Baiano e Aldair. Time em que a grande maioria serviu à seleção brasileira, ou pelo menos se firmou na carreira futebolística.
O time base contava com Adriano, Mário Carlos, Tita, Júnior Baiano e Piá; Fabinho,Marquinhos (Fábio Augusto) e Djalminha; Marcelinho Carioca, Nélio e Paulo Nunes. 
O ápice da campanha foi o sonoro 7x1 em cima do Corinthians com direito a cinco gols de Djalminha e uma atuação de gala da equipe. 



O título veio com uma vitória por 1x0 em cima da Juventus/SP com uma pintura de Júnior Baiano
(sim, você leu isso). 



No profissional, essas promessas viraram realidade e em um curto prazo, conquistaram um campeonato brasileiro. O ano foi o de 1992 quando a equipe rubro-negra vinha sem respaldo. A base campeã da Copinha de 1990 permaneceu no clube juntamente com a mescla da experiência de Júnior e companhia, o Brasileirão de 92 ficou na Gávea. Como o ano anterior havia sido irregular, a diretoria resolveu apostar no ídolo Júnior e no faro de gol de Gaúcho, além de Zinho e companhia. Mas, a talentosa geração deu suporte para que os medalhões pudessem mostrar seu grande futebol culminando com a taça.



Adriano, Djalminha, Paulo Nunes, Marcelinho Carioca, Piá e outros estavam no elenco campeão da Copinha e do Brasileiro de 92 que reforçou a expressão dita cheia de orgulho pelos flamenguistas: "Craque é feito na Gávea". 
O título veio após uma campanha regular na primeira fase, um time imbatível na segunda e uma final vencida por 3x0 em cima do Botafogo (segundo jogo 2x2).







Em 2011, vinte e um anos após a conquista da primeira copinha, a garotada rubro-negra voltou a conquistar a competição. Negueba, Adryan, Rafinha e Frauches foram os principais nomes da conquista invicta vencida em cima do Bahia por 2x1. A torcida estava ouriçada com o título, pois tinha ÓTIMAS recordações do último título, entretanto, a história não se repetiu e nenhum dos atletas se firmaram na Gávea. Cinco anos depois, apenas o goleiro César está no elenco principal.

Adryan era uma das maiores joias da base rubro-negra. Hoje, está emprestado ao Nantes da França.


2016 e a façanha se repetiu pela terceira vez. O Flamengo bateu o Corinthians nos pênaltis e foi campeão invicto da competição, além de ter o melhor jogador do torneio, Felipe Vizeu. Após um 2015 sem títulos e bastante irregular, a diretoria trouxe Muricy Ramalho para comandar o time e apostou em estrangeiros como Mancuello e Cuéllar, porém, o elenco carece de peças que dificilmente terá a disposição nessa altura no mercado, além, de está inflacionado. Um dos nomes mais "prontos" é o de Ronaldo, pois atua em uma posição que preocupa bastante a torcida, a de primeiro volante. Mesmo atuando na proteção da zaga, o jovem está longe de ser um "cabeça de bagre" ou de ser um perna de pau que só sabe desarmar. Ronaldo erra poucos passes, além de ter um ótimo lançamento. Toques curtos, velocidade, eficiência na marcação e na construção e versatilidade fizeram dele um dos destaques do time. Ronaldo é multifuncional, polivalente para quem gosta de termos rebuscados. No jargão popular, é o famoso "coringa". Para o Flamengo de 2016, pode ser peça fundamental caso seja bem lapidado e aproveitado. 
Além dele, Vizeu pode ser a sombra de Guerrero, que não marca a mais de cinco meses. O garoto é inteligente e tem faro de gol, além de não ser um centroavante brucutu. Sabe jogar e pode ser uma aposta de Muricy. 



21 janeiro 2016

Richarlison, o "moderno" atacante do Fluminense



O atacante Richarlison chegou ao Fluminense com a pompa de ter sido destaque na Série B pelo América/MG, levando a equipe mineira de volta à Série A. O Coelho, que vem se notabilizando no cenário nacional por revelar bons jogadores, sendo prova disso a ótima campanha na Copa São Paulo de Futebol Júnior desse ano, onde a equipe está na semifinal do torneio.

O 'ceifador' marcou 9 gols em 24 partidas pela segundona, sendo 1 gol a cada 204 minutos, mas sua contratação foi muito além dos números, sua movimentação no campo de ataque aliada ao seu faro de gol foram preponderantes para sua chegada as laranjeiras.

Mapa mostra a movimentação de Richarlison no campo de ataque

Mesmo não sendo nem de perto o artilheiro da divisão de acesso o atacante chamou a atenção por ter estreado apenas em julho e ter evoluído tão rápido durante a competição. Pode atuar tanto como centroavante, sendo o famoso falso nove, como de segundo atacante aberto pelos flancos. Durante alguns jogos pelo América/MG chegou a atuar como meia vindo de trás para servir Marcelo Toscano, prova disso que foi responsável por vinte assistências para finalização, sendo três delas convertidas em gol.

Richarlison fez uma boa temporada no América/MG antes de ir para o Flu,

A transação mais cara da história do Coelho, R$ 10 milhões, tem apenas 18 anos e pode evoluir muito mais, principalmente, se Eduardo Batista souber aproveitar sua versatilidade e a torcida do tricolor tiver paciência. É um jogador de característica que faltava ao tricolor carioca, pois o único centroavante de ofício no elenco,Fred, não tem uma movimentação tão aguda. Osvaldo e Marcos Junior são jogadores que atuam pelas flancos, mas não aliam suas velocidades com a finalização. Magno Alves tem 40 anos e não possui o mesmo vigor físico de outrora.

No Flu, já começou mostrando a que veio, principalmente, com dois gols no jogo-treino contra a Seleção Sub-17 dos Estados Unidos e uma assistência. Pela Flórida Cup, quase fez um belo gol contra o Shakthar e se movimentou bem na partida diante do Internacional.

A pré-temporada vem sendo boa para o garoto, resta saber se será bem aproveitado ou se ficará sempre na sombra de Fred. Cabe a Eduardo Batista lapidar a jovem promessa e blinda-lo de uma pressão exacerbada .

NÚMEROS


Gols - 11 (9 pelo América/MG e 2 pelo Fluminense)
Assistências - 4 (3 pelo América/MG e 1 pelo Fluminense)





19 janeiro 2016

Setor 2 - Juventus

Trapos e fumaça, sim tem isso na Javari

Ódio Eterno ao Futebol Moderno essa é a ideologia do Setor 2, a nossa Torcida da Semana. Longe dos holofotes das transmissões da TV vive o Setor 2, a apaixonada torcida do Clube Atlético Juventus, um dos mais tradicionais clubes de São Paulo. Mas pra entender melhor essa torcida precisamos primeiro não rotulá-la de Barra Brava. Como bem falou certa vez Fernando Toro, o "cabelo" um dos líderes do movimento: "Não existe Barra Brava fora da Argentina".

O movimento teve início em 2001 ainda como Ju-Metal, formada por um grupo de amigos que já na década passada via o "sepultamento" do futebol, eles tentaram através da torcida criar algo diferente nas arquibancadas da Rua Javari, afim de apenas apoiar seu clube e manter viva a chama do futebol. A inspiração era nas torcidas argentinas, as atitudes, muitas vezes, era de hooligans ingleses, e assim eles foram ganhando espaço e tentando ser cada vez mais ativos e vistos pela mídia, a intenção era incomodar, mostrar que estavam ali. Encabeçados por Fernando Toro, talvez o maior combatente do futebol moderno, os juventinos iam ganhando mais adeptos nas arquibancadas.

O Setor 2 tem orgulho do bairro de onde nasceu, a Mooca e suas particularidades é a inspiração de várias músicas como na: "Somos do Bairro da Mooca".



"Somos do Bairro da Mooca
Bairro de luta e tradição
Eu juro que em todos os momentos
Sempre contigo vou estar"


A Mooca é um bairro recheado de fábricas e é claro que os operários, que compõem grande parte da torcida, não ficariam de fora da homenagem, eles foram lembrados em:  "Vai Grená"





Vai Grená
Te sigo a todo lado
Eu sou um operário
Da Mooca, sim senhor!
Olê Juve!
Aqui esta sua gente
Que te empurra para frente
Pra te ver campeão!


O amor do Juventino pelo clube, pelo bairro e o repúdio contra o futebol moderno, é destacado em "Siga la Murga"



A Banda do Juve já chegou, para cantar
Na Javari a festa já vai começar, não há outra igual
E na padaria o português, não quis vender 
O sonho doce que o moleque quis comer, já se acabou
Que amargura lá na zona sul...tomar no cu...quem tem arena não vai poder reclamar
Já se vendeu.........

"O futebol moderno acaba com a resistência das pessoas, desintegra as torcidas. Nós somos um foco de resistência". Essa talvez seja a melhor definição do que é o Setor 2, e foi dita por ninguém menos que o líder do movimento, Fernando Toro, em entrevista ao portal TERRA.

Terminamos nossa passagem pela Mooca com esse vídeo do Setor 2 rumo a Javari.









14 janeiro 2016

O gigante Clube do Remo

Ainda em homenagem a cidade de Belém que completou 400 anos, vamos falar do Clube do Remo que detém 44 conquistas estaduais, além de inúmeros títulos em sua mais que centenária história. O Leão é um dos clubes mais tradicionais e com torcida mais apaixonada do país. Em 2005, foi recordista de público entre todas as séries do Campeonato Brasileiro de Futebol com uma média de 30.869 torcedores por jogo. O Remo frequentemente aparece entre as maiores médias de público do Brasil.



Inúmeros feitos são  notórios da história remista, mas alguns são lembrados com carinho pelo torcedor como ser o único heptacampeão do estado, a histórica hegemonia na década de 90 (oito títulos em dez anos, incluindo-se um penta) e o título profissional com 100% de aproveitamento em 2004.
O Remo é considerado um dos percursores do futebol, pois em 1950 fez uma excursão para a Venezuela para a disputa do Troféu Ministério de Obras Públicas da Venezuela, também conhecido como Torneio Internacional de Caracas, que, segundo algumas publicações, pode ter sido o precursor da Pequena Taça do Mundo, disputada entre as décadas de 1950 e 1960.
O Remo realizou cinco jogos, obtendo quatro vitórias (La Salle Fútbol Club, Unión Sport Club, Escola Militar e Deportivo Italia) e apenas uma derrota para o Loyola Sport Club, considerado a maior força do futebol venezuelano na época.
Um dos títulos mais marcantes para o torcedor azulino é o Norte-Nordeste de 1971. Aquela competição foi sublime para o esquadrão leonino e seu escrete, pois foi passando um a um até vencer o Itabaiana/SE na final para se consagrar o melhor de duas regiões. O título foi especial, pois os remistas já tinham vencido o Torneio Norte por duas vezes, em 68 e 69, e sucumbido no regional. 
A melhor campanha em Copa do Brasil da região Norte é do Remo. Em 1991, a equipe leonina chegou a semi final após eliminar Rio Branco, Vasco e Vitória/BA. Na semi, a equipe azulina perdeu para o Criciúma (que foi o campeão) nas duas partidas. 

Em 2015, os torcedores do Remo tiveram uma mistura de emoções que foi desde o bi paraense passando pelo marcante vice na Copa Verde até o acesso a Série C. No estadual, venceu o Independente por 2x0 e ficou com o título.


Após o título do Paraense, o Remo era o favorito ao título da Copa Verde diante do Cuiabá, principalmente após uma passagem heroica para a final. Na semi, o Leão passou pelo seu maior rival após perder o primeiro jogo por 2x0. No segundo duelo, o esquadrão remista devolveu o placar e eliminou o Papão nos pênaltis.



Na final, a equipe mostrou que não era favorita por acaso e goleou o Cuiabá no primeiro jogo por 4x1. 





Com o título praticamente assegurado, a torcida azulina já comemorava com a larga vantagem obtida, mas o Cuiabá conseguiu uma virada histórica para garantir o título e a vaga na Copa Sul Americana nesse ano.

Na Série D, o tão sonhado acesso após anos no martírio da última divisão nacional. O Leão passou como líder na fase de grupos e eliminou o Palmas/TO no primeiro mata-mata. O duelo que valeria o acesso era contra o campeão paranaense, Operário de Ponta Grossa. O Leão venceu por 1 a 0 e ganhou uma grande vantagem para a partida de volta, no Mangueirão, dia 18. Na tão aguardada data, mais de 33 mil azulinos lotaram o Colosso do Benguí e vibraram com a vitória de 3 a 1 do Filho da Glória e do Triunfo sobre o adversário. Mesmo sendo eliminado na semi para o Botafogo/SP, a torcida comemorou como um título a volta a Série C do Brasileiro. 





Arena Indica #05 - La Doce → A louca, estranha e mafiosa torcida do Boca Juniors


Ô, o Arena Indica voltou ♫. Sim, ele tá de volta e com novidades para vocês! O nosso site/blog veio reformulado juntamente com os quadros. O Arena Indica vai trazer de acordo com a numeração da edição, curiosidades e fatos marcantes do futebol que ocorreram no ano.
Como é a edição de número cinco, o período lembrado é o de 1905.
No longínquo 1905, o Chelsea, Boca Juniors, Sport Recife, Remo, Indiependente e o Sevilla foram fundados, além de ter ocorrido o primeiro campeonato baiano de futebol com o Internacional de Cricket sendo o primeiro campeão.

Clubes fundados em 1905.



Agora vamos para o que interessa, a indicação de hoje é o livro " La Doce - A explosiva história da torcida organizada mais temida do mundo."

Capa do livro da "La Doce"





A maior torcida da Argentina e um das mais fanáticas do mundo, os hermanos tem como carro chefe a "La Doce", maior barra brava do Boca, e uma das mais temidas do mundo.
O livro retrata a história da torcida na entranhas do futebol que vai muito além dos noventa minutos e o apoio incondicional que a "hincha" promove.
A obra escrita por Gustavo Grabia vai muito além do que se pode imaginar do futebol, pois, desmascara o que nós sempre desconfiamos, a relação entre as barras e a política argentina. Os negócios ilícitos como: revenda de ingressos, gerenciamento de estacionamentos ao redor da La Bobonera, entre vários e incontáveis atos fora da lei que a organizada comete.
Além dos crimes, o que é mais chocante é a conivência da polícia, do governador e até do presidente do país com os casos envolvendo a La Doce.
Chega a ser tão absurdo que a "empresa" lucra mais de 200 mil dólares por mês de acordo com hierarquia imposta na organizada.
Enfim, o livro é de uma leitura agradável e que te surpreende a cada página folheada. A narrativa é uma obra fantástica que vai desde o primeiro assassinato até a data de publicação da obra.

ONDE ENCONTRAR

→ Americanas
→ Saraiva
→ Submarino
→ Livraria Cultura
→ Shop Time

13 janeiro 2016

Os anos de ouro do Paysandu


Paysandu levantando o caneco da Copa dos Campeões
O Paysandu é o maior campeão do estado com 45 conquistas, além de possuir duas Série B, uma Copa dos Campeões e uma Copa Norte. Outras duas campanhas são lembradas com carinho pela torcida bicolor: o honroso 9° lugar na Copa Libertadores e o vice da Copa Verde.
O primeiro título nacional veio em 1991, na Série B, quando bateu o Guarani de Campinas. No primeiro jogo, o Bugre venceu por 1x0, mas o Papão venceu o segundo duelo por 2x0 e carimbou a faixa. 
Dez anos depois, a melhor fase da história bicolor se iniciava com o bi da segundona em um quadrangular bastante disputado que culminou com o acesso da equipe.



Em 2002, nem o mais otimista torcedor poderia prever o que viria para o clube. Dois dos maiores títulos da história vieram naquela esplendorosa temporada. Além do tri estadual, o Papão conquistou a Copa Norte em cima do São Raimundo do Amazonas que vinha de um tetra da competição. Venceu os dois jogos com maestria por 1x0 e 3x0. Em 14 jogos no regional de 2002, o campeão alcançou 9 vitórias, 3 empates e sofreu apenas 2 derrotas. Marcou 26 gols (média de 1,8) e sofreu 9 (0,6). Com o titulo o Paysandu ganhou a vaga na copa dos campeões desse ano de 2002.
O maior título bicolor veio de forma surpreendente para todo o país, pois até então o Papão era desconhecido pela maior parte do país. 


Na fase de grupos, passou por Corinthians, Fluminense e Naútico com dois empates e uma vitória dramática contra o Timbu na última rodada. Nas quartas de final, o temido Bahia, entretanto não foi páreo para o esquadrão bicolor comandado por Robgol que avançou as semi com uma vitória por 2x1. Na fase seguinte, o adversário era o tradicional Palmeiras, mas o elenco alviverde não conseguiu frear os paraenses. Derrota por 3x1 e festa em Belém. O Paysandu estava prestes a fazer história (e fez).
Na final, um Cruzeiro embalado e cheio de confiança, principalmente, após o primeiro jogo quando, em um Mangueirão abarrotado, venceu por 2x1 e praticamente selava o título para a Raposa. 
Segundo jogo, em um campo neutro, mais precisamente em Fortaleza, no Castelão. A maioria já contava com o título celeste, mas o Papão não estava ali a toa. Fez uma magnífica final e bateu o galático Cruzeiro por 4x3 no tempo normal. Nas penalidades, a equipe bicolor venceu por 3x0 e garantiu a vaga na Libertadores do ano seguinte. 

" A decisão da Copa dos Campeões foi o único jogo em que o Paysandu não jogou em casa, mas nem isso, nem o placar adverso na primeira partida abalram o time, que fez a partida mais emocionante do campeonato. Mesmo com o gol de Fábio Júnior aos 9 do primeiro tempo, as bolas aéreas fizeram a diferença quando, dois minutos depois, Vandick marcou o primeiro do Papão após um cruzamento na área, e o gol da virada depois de outro lançamento e mais uma vez a finalização de Vandick.
O Cruzeiro ainda conseguiu empatar tudo aos 40 do primeiro tempo com jogada de Joãozinho, Jorge Wagner e o capitão Cris, que chutou forte para igualar tudo. Em outra jogada aérea, Vandick se isola na artilharia apenas um minuto depois com uma cabeçada que não deu chance para Jefferson. Aos 6 do primeiro tempo, mais uma vez o Cruzeiro conseguiu o empate Fábio Júnior, que aproveitou o rebote após um chute forte de Jussiê em jogada individual. Aos 12 minutos do segundo tempo, o Paysandu mais uma vez abriu vantagem. Após cobrança de escanteio, Gino toca de cabeça e Jóbson empurra para o gol.
Com Paysandu e Cruzeiro empatados no saldo de gols, a partida vai para os pênaltis. Cruzeiro começa cobrando e Ricardinho bate na trave, em seguida Jóbson converte para o Papão. Vânder também bate na trave,  e Vélber estufa a rede para o Paysandu. Jussiê consegue acertar o alvo, mas Marcão defende. Luís Fernando parte para a cobrança e, com o coração dos paraenses na ponta da chuteira, faz o gole que torna o Paysandu Campeão dos Campeões em 2002.
Cruzeiro: Jefferson; Maicon (Ruy), Cris, Luisão e Leandro; Recife, Ricardinho, Vânder e Jorge Wágner (Jussiê); Joãozinho e Fábio Júnior).

Técnico: Marco Aurélio

Paysandu: Marcão; Marcos, Gino, Sérgio e Luís Fernando; Sandro, Rogerinho, Jóbson e Wélber; Jajá (Vânderson) e Wandick (Albertinho).

Técnico: Givanildo Oliveira "






Na maior competição continental, o Papão é a única equipe do Norte a participar do torneio. O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians(campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no Campeonato Brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).
O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol",Iarley, Sandro Goiano, e Vélber, dentre outros. O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).
  1. A Campanha 13 de fevereiro de 2003 - Lima, Peru - Sporting Cristal 0-2 Paysandu;
  2. 6 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 0-0 Cerro Porteño;
  3. 11 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 3-1 Universidad Católica;
  4. 18 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 2-1 Sporting Cristal;
  5. 27 de março de 2003 - Assunção, Paraguai - Cerro Porteño 2-6 Paysandu;
  6. 15 de abril de 2003 - Santiago, Chile - Universidad Católica 1-1 Paysandu.




Nas oitavas de final, enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, até então dono de 4 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos. A La Bobonera era sempre temida pelos times que iam jogar por lá, mas o Davi venceu o Golias na sua casa por 1x0 com o gol do GRANDE Iarley. 


Até 2003, apenas dois clubes brasileiros haviam conseguido derrotar os xeneizes na Argentina: o Santos de Pelé, em 1963, e o Cruzeiro de Ronaldo em 1994. Todos os outros que lá entraram ou perderam ou empataram. Só que a escrita foi quebrada na noite do dia 24 de abril de 2003.
Apesar da vitória, o time bicolor não segurou a empolgação e sucumbiu a pressão. O Boca venceu no tempo normal por 4x2 e acabou com o sonho do time paraense conquistar a América.


Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação. O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.
E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas de final), América de Cáli (semifinal) e Santos (final).
No primeiro ano da volta aos campeonatos regionais, após 12 anos de ser o último campeão da Copa norte em 2002, chegou a final da Copa verde, nesse ano de 2014, eliminando seu arquirrival Clube do Remo na semifinal do campeonato, após dois jogos disputados, ganho por 1 a 0 no placar agregado. 


Na final enfrentou o Brasília perdendo nos pênaltis por 7 a 6, após ter ganho o primeiro jogo no Mangueirão por 2 a 1, sendo devolvido o placar de 2 a 1 pelo Brasília, no Estádio Nacional Mané Garrincha



Romarinho, a joia cearense agora em gramados paulistas.

Romarinho, ex-atacante do Fortaleza falou ao Arena 303


Romário Lucas Menezes de Araujo, mais conhecido como Romarinho, ex- atacante do Fortaleza Esporte Clube. Hoje, aos 21 anos ele terá a oportunidade de jogar o Campeonato Paulista de 2016 pelo Rio Claro Futebol Clube. Depois de atuar no Fortaleza desde as categorias de base, onde foi campeão estadual nas categorias sub-16 e 17, além de ser bicampeão no sub-20, Romarinho também faturou o estadual de 2015 na equipe profissional, agora ele deixa o clube em busca de novas conquistas e sonhos. Foi isso e mais um pouco que ele contou para a nossa equipe do Arena 303 em uma entrevista bem descontraída.


Romarinho falou sobre época de base, falou dos bastidores do Fortaleza e muito mais...


Glayson: Sobre inicio da carreira, com quantos anos você se tornou profissional, e o primeiro jogo como profissional qual foi?

Romarinho: Aos 17 anos, e o primeiro jogo contra o Crateús onde fiz 2 gols.



Vasculhando o baú do futebol cearense encontramos um vídeo que mostra a estréia de Romarinho e os seus 2 gols marcados contra o Crateús no Campeonato Cearense.




Glayson: Quais os melhores treinadores que você teve desde o início, desde quando nem pensava que seria profissional até hoje?

Romarinho: Ronaldinho Rodrigues , Marcos Rola , Hamilton (Colégio 7 de Setembro) e Jorge veras.




Ronaldinho Rodrigues, um dos primeiros treinadores 

de Romarinho, ele que lapidou a fera.











Jorge Veras, treinador de base de Romarinho no juniores do Fortaleza.








Obs: Infelizmente não encontramos fotos de Marcos Rola e Hamilton.


Glayson: Você tem mágoa de alguém no Fortaleza por não ter sido tão aproveitado, faltou vontade do clube permanecer com você?

Romarinho: Jamais terei mágoa do Fortaleza, sou grato pela oportunidade de ter aparecido lá, infelizmente por conta de algumas lesões não tive sequência de jogos. Em relação à minha permanência no clube, eles tiveram interesse em ficar comigo, só que recebi uma proposta melhor e eles não quiseram cobrir. Mas deixei as portas abertas lá , e se Deus quiser voltarei em breve e com mais experiência.


Glayson: Qual sentimento naquela fração de segundos do lance contra o Macaé, jogo que você foi mesmo sem estar 100% mas entrou muito bem, e quase fazia o gol do acesso do Fortaleza.

Romarinho: Sentimento de frustração por um objetivo não alcançado mas de dever cumprido por ter dado o meu melhor, fui na raça mesmo ali e graças a Deus nas partidas mais importantes do Fortaleza no ano eu fui bem nos jogos.
Só fiquei chateado ano passado por conta que tinha condições de estar no jogo contra o Brasil de Pelotas e nem se quer fui relacionado.



Romarinho ao fim do jogo contra o Macaé carregado por seu pai.


Glayson: E no extra campo Romarinho faltou algo, Você tava pronto para esse jogo ou o Chamusca não poderia contar contigo?
Romarinho: Faltou nada em relação extra campo. Eu estava pronto para ajudar, foi por opção mesmo, sempre respeitei a opção dele (Chamusca).


Glayson: Você vestiria a camisa do Ceará no futuro?

Romarinho: Sim, sou atleta profissional, e não vejo nenhum problema nisso, sempre irei dar meu máximo em todos os times que eu atuar.


Glayson: Falando sobre 2016, você tem se preparado bem para evitar as lesões para esse ano, e qual expectativa no Rio Claro para o Paulistão?

Romarinho: Já no Fortaleza tinha começado a fazer trabalhos de prevenção com os fisioterapeutas e na clínica do albino, e aqui no Rio Claro continuo fazendo prevenções com os profissionais daqui, Pilates e fortalecimento muscular. Expectativa ótima, já estou tendo sequência de jogos aqui, isso é importante para começar bem.




Romarinho foi apresentado no Rio Claro ao lado de outros atletas, um deles Alex Silva campeão brasileiro pelo São Paulo FC.



Glayson: E para o segundo semestre já tem algo, alguma conversa com a Portuguesa?

Romarinho: Não tenho nada em mente, pensar em fazer um ótimo paulistão e deixar Deus conduzir.


Perguntado como seria caso enfrentasse o Fortaleza em um suposto mata-mata Romarinho mostrou seu carinho pelo Fortaleza, mas deixou claro seu profissionalismo.

Romarinho: Seria uma experiência boa né jogar contra o time que vc viveu vários anos e sabe da grandeza do clube.



Romarinho também falou sobre essa onda que vem da China levando os nossos jogadores brasileiros para lá.


Romarinho: A entrevista que o Renato Augusto deu, ele foi muito bem nas palavras, ele pensou em um melhor futuro para toda a família.
Carreira de jogador é curta.



BATE BOLA COM ROMARINHO


Glayson: Clube em que sonha em jogar?

Romarinho: Flamengo por meu pai ser flamenguista.
E depois jogar na Europa.

Glayson: Melhor amigo no Futebol?

Romarinho: Manoel Chuva


Manoel Chuva e Romarinho são amigos desde tempo de base, e essa amizade se prolonga até hoje.



Glayson: Melhor jogador ao qual você viu jogar ao vivo?


Romarinho: No futebol cearense que eu vi foi o Osvaldo.


Romarinho e Osvaldo em uma visita de Osvaldo ao CT do Fortaleza.



Glayson: Qual o melhor do mundo pra você hoje?


Romarinho: Para mim é o Neymar, o melhor do mundo hoje.



Glayson: O fato de ser pai ajudou ao Romarinho? Você que sempre demonstra seu amor ao filho nas redes sociais. E qual a mensagem que você deixa pra galera que acompanha a Arena303 ?!


Romarinho: Ser pai me ajudou muito me deu mais responsabilidades e me ajudou a chegar onde estou hoje, mandar um abraço para galera do Arena 303, e muito sucesso, tamo junto!



Romarinho e seu filho, o famoso "baixinho Clodô"



O Arena 303 deseja ao Romarinho um ano de 2016 de muitas conquistas, 

agradecemos por toda humildade e disponibilidade, estaremos ligados nos 

lances da nossa fera no Paulistão 2016.

E você que curtiu essa entrevista curte e compartilha.
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