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23 maio 2016

Diego "El Príncipe" Milito

Milito nos braços da torcida


Chegou ao fim, na noite do último sábado (21), a carreira de um dos maiores centroavantes do futebol argentino. Diego Alberto Milito, e sua camisa 22 ficarão para sempre eternizados na história e no coração da torcida racinguista. "El príncipe" se aposentou no clube de seu coração, e recebeu todas as honrarias que um grande ídolo merece. 

A trajetória do eterno camisa 22 com "La Acadê" começa lá em 1999, o então jovem atacante com faro de gol apurado começava a se destacar, mas foi em 2001 que ele brilhou pelo clube de Avellaneda. Seus gols ajudaram a tirar o clube de uma das maiores secas de títulos de sua história, desde 1966 o clube não levantava uma taça nacional. Milito fez parte desse conto. Se destacou e como acontece com todo grande jogador, logo recebeu propostas para sair do Racing, o clube aceitou uma oferta do Genoa e vendeu sua joia. 

Milito em sua primeira passagem pelo Racing

Na europa, Diego passou por Genoa, Zaragoza e Internazionale, conseguiu maior destacou no clube de MIlão, foi campeão da Champions em 2010 marcando os dois gols da final diante do Bayern de Munique, título que os italianos não conseguiam desde 1965, Milito parecia estar marcado para quebrar longos jejuns de conquistas no futebol. Com a sensação de dever cumprido no futebol internacional ele resolveu voltar para a Argentina, claro que o destino não seria outro senão a antiga casa, o Racing o acolheu de braços abertos, E o "príncipe" não fez questão alguma de cifras astronômicas, chegou a declarar que isso não eram impedimento algum: "Pongan la cifra ustedes. Eso no es un impedimento". Ali ele reconquistava o coração da hinchada celeste.

O belo enredo entre Milito e Racing teve sequência com o título argentino conquistado em 2014, curiosamente quase quinze anos após a conquista de 2001, na qual Diego fez parte, desta vez como capitão e principal nome da glória alcançada.



O que Milito fez pelo Racing foi um gesto bonito de agradecimento e respeito, soube reconhecer a importância do clube no seu crescimento profissional, casos como o dele são recorrentes no futebol portenho, e mostram que o dinheiro não deve ser maior que a gratidão.




                                               



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