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28 maio 2016

Simeone, a loucura necessária no Atlético de Madrid

O Atlético de Madrid sempre foi um clube tradicional, mas amargou temporadas de esquecimento até cair para a segunda divisão do futebol nacional. O clube passou por más administrações e técnicos que não conseguiam impor um estilo de jogo que pudesse levar os Colchoneros de volta a rota dos títulos. 

23 de dezembro de 2011, a diretoria do Atlético de Madrid resolveu demitir Gregório Manzano, que, durante cinco meses, não conseguiu definir uma tática e dar um padrão jogo à equipe. Eliminações precoces e um estilo de jogo que não agradava foram cruciais para que o treinador não tivesse mais tempo a frente do clube.

Os diretores não achavam um nome no mercado que o salário ficasse no teto do clube e que a torcida aprovasse até que os espanhóis resolveram apostar em um ídolo do clube dentro de campo: Diego Simeone. El Cholo foi o melhor presente de Natal que a torcida do Atlético de Madrid poderia ter, pois o treinador mudou a história do clube e consegue bater de frente com Barcelona e Real Madrid mesmo com um orçamento inferior.




Além de influenciar dentro das quatro linhas, Simeone mudou e moldou o jeito do Atlético comprar e vender seus jogadores. O treinador junto a uma equipe de olheiros passou a garimpar o mercado para comprar jogadores baratos e os vender por um preço bastante salgado. 

No comando do clube, o técnico conseguiu conquistar quase todo que um clube pode ganhar. Desde a sua chegada, no final de 2011, El Cholo conquistou uma Liga Europa, um Campeonato Espanhol, uma Copa do Rei e as Supercopas espanhola e europeia. 

Em 2014, quase conquistou a Champions League ao bater na trave e perder para o Real Madrid na final ao levar o gol de empate nos minutos finais. 

O revolucionário

O segredo dos bons resultados na atual temporada passa, em partes, pela forte marcação no meio campo, que desarma à rodo e aciona os contra-ataques. A marcação pressão no campo adversário, principalmente em jogos decisivos, gera um cenário de desconforto ao rival. O Atlético adora jogar sem a bola, mas sabe que tem obrigação. Executa contra-ataques à perfeição e se defende com grande aplicação tática. Personalidade e raça são as principais características da equipe.Além da obediência tática dos Colchoneros, a entrega dentro de campo é crucial para que o esquema montado por Simeone dê certo. 

O Atlético não dá espaço para o adversário respirar. Foi assim que eliminou o favorito Barcelona. (Taticamente Falando)

 Após uma quase eliminação nas oitavas de fina para o PSV, Simeone soube se reinventar com as mesmas peças que tinha disponível em seu plantel e eliminou dois favoritos ao título nas fases seguinte: Barcelona e Bayern. Contra o Real Madrid enfrentará um time motivado, mas não tão difícil de bater quanto os outros que já eliminou.


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