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07 outubro 2016

Copa do Nordeste quer vaga na Libertadores e aumento nas cotas

Em meio a polêmica sobre o segundo representante cearense na Copa do Nordeste 2017, a Liga Nordeste, que controla a competição regional mais rentável do Brasil, tenta melhorar a situação dos seus filiados com o aumento das cotas e uma vaga na Copa Libertadores 2018, que recentemente passou por algumas mudanças.  

Com o aumento no número de vagas para o Brasil, Alexi Portela, presidente da Liga, vai pleitear junto a CBF que uma vaga seja destinada ao campeão do Nordestão. Atualmente, o campeão da competição disputa a Sul Americana. 

Em relação as cotas, o campeão de 2016, o Santa Cruz, recebeu R$ 2,3 milhões sendo R$ 505 mil para jogar a primeira fase, R$ 400 mil para cada fase avançada e 1 milhão pelo título.  O vice abocanha R$ 500 mil. Em relação à 2015, as cotas tiveram um aumento de 30% e para 2017 esperasse que a evolução seja de 45%.

Para bater tal meta, os organizadores estão negociando com alguns patrocinadores pontuais e um plano de marketing para alavancar os públicos na próxima temporada para combater a queda dos números igual a desta temporada.

Copa do Nordeste 2017: polêmica e grupo da morte

A edição de 2017 da Copa do Nordeste tem tudo para ser um sucesso. Com a maioria dos tradicionais times garantidos na competição, emoção, bons jogos e ótimos públicos não vão faltar. 

Antes da pelota rolar, as polêmicas já começaram a aparecer. O Uniclinic, vice-campeão cearense, iria estrear no certame, mas por motivos financeiros abdicou da disputa, assim a vaga cairia no colo do Guarani de Juazeiro, que também negou (voltou atrás logo depois). Dessa forma, o representante seria o Guarany de Sobral, que não mostrou interesse em participar por não ter um planejamento feito, assim o único clube apto a participar foi o Ceará, campeão em 2015 e o único clube de massa fora da disputa em 2017. 


Voltando as quatro linhas, o sorteio dos grupos colocaram frente a frente vários clássicos regionais. No Grupo A, Náutico, Santa Cruz e Campinense aguardam a definição do representante  cearense, que caso seja o Ceará, formará o grupo mais difícil da história da competição. Três dos quatros já foram campeões, Campinense (2013), Ceará (2015) e Santa Cruz (2016), além do tradicional Náutico/PE. Santa e a Raposa reeditam a final desse ano.

No Grupo B, Bahia e Fortaleza são os principais clubes, que ainda conta com o tradicional Moto Club/MA e o Altos/PI, que fez uma boa Série D.

No Grupo C, o Sport é o franco favorito a liderança, que ainda conta com Sampaio Corrêa, River/PI e Juazeirense/BA.

No Grupo D, ABC, CRB e CSA compõe o grupo da sigla, que ainda tem o Itabaiana/SE. O destaque fica por conta do clássico estadual entre CRB e CSA.

No Grupo E, o maior campeão da competição, Vitória, lidera o grupo que ainda tem América/RN, Botafogo/PB e Sergipe.

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