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09 novembro 2016

O esporte antiamericano para Donald Trump


Se já não bastasse as declarações polêmicas do novo presidente dos Estados Unidos contra os imigrantes mexicanos e outras classes, o bilionário considera o esporte mais praticado no mundo um "modelo antiamericano". 

O mandatário não nega que detesta futebol e que considera um esporte de terceira linha, pois é o preferido dos latinos, um dos seus maiores alvos na campanha. 

Os Estados Unidos eram os favoritos para sediar a Copa do Mundo em 2026, mas com Trump no comando pode ser bem difícil conseguir esse feito. 

08 novembro 2016

O valente Atlético/GO

Qual a receita mágica para ascender de divisão ? Muitos se questionam, mas não chegam a um consenso. Muitos são os fatores que levam o sucesso da equipe que culmina com a escalada de divisão. 

Nessa Série B, o time mais regular é o Atlético/GO, principalmente pela consistência defensiva e compactação das linhas. Com 49 gols marcados e apenas 29 gols sofridos, o Dragão possui o principal atributo para conquistar o acesso: EQUILÍBRIO. Com apenas seis derrotas na competição e um expressivo número de vitórias, 18, os comandados de Marcelo Cabo se encaminham a passos largos para disputar a Série A em 2017. 



Resultados expressivos como a vitória por 4x2 frente ao Goiás ratificaram a grande campanha da equipe. No G-4 desde o primeiro turno, o clube goiano engrenou na segunda parte do certame até assumir a liderança e abrir uma diferença quase inalcançável para o Vasco. Uma mudança crucial para a arrancada da equipe foi a mudança de estádio.

No fim de setembro, o clube reinaugurou o reformado Estádio Olímpico de Goiânia, menor que o Serra Dourada, mas mais caloroso. No Serra, os públicos não passavam de cinco mil pessoas, enquanto o Olímpico vem recebendo mais de 10 mil atleticanos que pulsam e respiram a Série A. 


Marcelo Cabo, compactação e regularidade

Antes de iniciar a Série B, o Atlético/GO não era apontado como um dos favoritos ao acesso, principalmente pelas modestas contratações e um treinador desconhecido. 

No currículo de Marcelo Cabo, a maioria dos clubes é do Rio de Janeiro, tirando uma passagem pelo Ceará, no ano passado, quando bateu o São Paulo dentro do Morumbi pela Copa do Brasil, mas não conseguiu tirar o time das últimas posições da Série B. 

No primeiro semestre, comandou o Resende e acertou com o Atlético/GO para a Série B. Com um início arrasador, o Dragão se manteve no G-4 durante toda a competição.

Para manter a regularidade, Cabo apostou em jogadas trabalhadas e a aproximação para tabelar. 

Triangulação do Atlético/GO e aproximação dos jogadores fazem a diferença na campanha

Como na imagem, o Atlético/GO usou a aproximação dos meias, atacantes e laterais para abrir espaços e ter mais posse de bola. Uma jogada forte da equipe é a chegada do volante Pedro Bambu no espaço em que os marcadores deixam ao acompanhar o triângulo montado em cada lado do campo.

Um dos melhores jogadores da competição é o lateral-direito Matheus Ribeiro. Com apenas 23 anos, o jovem atleta se destaca pela fácil chegada ao ataque e por ser ambidestro. Na Série B, o ala tem três gols. 

O maestro do time é o experiente meia Magno Cruz, que vive uma ótima fase onde erra poucos passes e consegue ditar o ritmo do jogo, pois cadencia quando preciso e acelera no momento ideal. 

Time base: Klever; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino (Ricardo Silva) e Romário; Michel (Marcus Vinicius), Pedro Bambu, Magno Cruz e Jorginho; Gilsinho e Júnior Viçosa. Técnico: Marcelo Cabo
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