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24 janeiro 2017

Primeira Liga começa sem muito prestígio, mas com novos participantes


Após um ano de estreia conturbado com a CBF tentando derrubar, a Primeira Liga foi perdendo força no decorrer da competição que coroou o Fluminense como campeão ao derrotar o Atlético/PR na final. 

Com o imbróglio envolvendo a entidade que comanda o futebol brasileiro e com o preço de ingresso popular, as torcidas tiveram grandes médias na temporada de estreia, além de um apoio maciço da imprensa pela luta frente a CBF, mas como os mandatários cederam a pressão da confederação, a força da competição começou a ruir. O torneio surgiu a partir dos clubes, que resolveram criar um torneio 100% organizado por eles, sem interferência da CBF.

Hoje, o clube já conta com participações de clubes dos três estados do Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e, neste ano, do Ceará.

Ano passado foram 12 os participantes. Flamengo e Fluminense (Rio), América, Atlético e Cruzeiro (Minas), Grêmio e Internacional (Rio Grande do Sul), Atlético e Coritiba e (Paraná), Avaí, Criciúma e Figueirense (Santa Catarina).

Além da diferença na quantidade de times, a maior mudança é na forma de disputa. Este ano, as 16 equipes serão divididas em quatro grupos com quatro times e as duas melhores avançam para as quartas de final. Em 2016, apenas os primeiros colocados e o melhor segundo dos três grupos avançavam para a semifinal.



As quartas de final está marcada para 30 de agosto (quarta-feira). As semifinais, para 3 de setembro (domingo). E a decisão, para 8 de outubro (domingo). A composição dos grupos será definida através de sorteio.
Ceará, Brasil de Pelotas, Chapecoense, Joinville, Paraná e Londrina são as caras novas no torneio em relação à edição deste ano, que contava com 12 clubes.
A maioria dos clubes não devem colocar seus times titulares na competição, principalmente os que disputam a Libertadores, mas com a Chape e os novos adeptos, um público maior deve ser atingido e o nível de importância deve crescer. 
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17 janeiro 2017

Juventus lança novo escudo buscando modernizar a marca

Antigo escudo da Juventus de Turim

Na última segunda-feira (16), Em Turim, a Juventus promoveu uma festa para lançar a modernização de sua marca, ou seja, uma mudança radical em seu escudo. Para reforçar o evento estiveram presentes representantes do elenco atual como Daniel Alves e Gianluigi Buffon, uma lenda viva e em atividade do clube; além de inúmeros representantes de outras gerações do clube italiano.

O novo distintivo da ‘Velha Senhora’ é composto por duas letras “J” que se juntam e formam uma terceira letra “J” entre elas e, em cima, o nome Juventus em uma fonte mais atual.

Novo Escudo da Juventus FC


A mudança radical no escudo foi comentada por Andrea Agnelli, presidente do clube, que disse ser preciso uma modernização se quiser alcançar um novo público.

Para crescer, devemos continuar a vencer e evoluir nossa linguagem para atingir um novo público. O novo logo define um senso de pertencimento, e um estilo que nos permite comunicar o nosso estilo de ser", afirmou o presidente, em seu Twitter oficial.

A nova camisa do clube também já foi apresentada com o novo escudo e, em breve, já estará à venda na loja oficial da ‘Velha Senhora’.

Nova Camisa



Nas redes sociais a mudança foi muito comentada, o nome Juventus entrou nos Trending Topics Mundial do Twitter, e, quase sempre, com um viés negativo.

Essa usa o J do escudo para fazer um trocadilho: "Just Kidding" - SÓ BRINCANDO


Nessa imagem o escudo foi invertido sugerindo "alguma coisa": "Looks like..." - PARECE...

Esse sugere que o escudo ficou uma... 



Houve quem sugerisse um plágio à uma marca bem famosa...



O site Olé Brasil supôs que foram os rivais da equipe de Turim quem desenharam o novo escudo. 



A nova identidade visual da equipe italiana, pelo visto, desagradou mais do que agradou. Mas a partir de agora é assim que a 'Velha Senhora' será vista por todo mundo e, só pra não esquecer, já há um Juventus que usa - e há muito tempo - um "J" como escudo, é o Juventus da Mooca, em São Paulo. 

Escudo do Juventus da Mooca, clube paulista

E você, torcedor, gostou do novo escudo da Juventus de Turim? E qual "J" é o mais forte, do Juventus da Mooca ou da Juventus de Turim? Para nós, do Arena, há um empate técnico.

10 janeiro 2017

Maracanã, um gigante que agoniza em silêncio



Estádio Jornalista Mário Filho, ou simplesmente Maracanã, 'Maraca' para os íntimos. Palco de duas finais de Copa do Mundo, final Olímpica, do milésimo gol do Rei. Passarela de vários craques, do futebol, da música, e até do vôlei. O maior e mais emblemático cenário do futebol mundial é hoje um reduto de esquecimento, descaso e desrespeito. O símbolo máximo da maior cultura do Brasil encontra-se, literalmente entregue as baratas. 

O estádio sofre os danos causados pela ganância de quem outrora o defendeu. As mazelas estruturais já tomam proporções gigantes. Estima-se quase 7 mil cadeiras deterioradas, e arrancadas fora do lugar, as catracas estão quebradas, o abastecimento de energia e água é precário, até furtos e saques jáconteceram no estádio, o mato toma conta do entorna da praça esportiva e o gramado, 'os olhos do estádio', mais parece um pasto. 

O mato que toma conta da parte externa do estádio
O Comitê do Rio 2016 diz que entregou o estádio em totais condições de uso ao final da Olimpíada, e que ainda os reparos estão estimados em cerca de R$ 400 mil reais, os organizadores do 'Rio 2016' falam ainda que receberam da antiga concessionária um 'equipamento' (sim é assim que eles chamam o estádio) com falhas graves em todas as áreas e que tiveram que correr contra o tempo para entregar para os Jogos Olímpicos.

Inúmeros danos na parte interna do estádio
Agora o estádio será entregue pra concessionária que venceu a licitação para gerenciar o gigante: a Odebrecht. Aquela que encabeça as maiores denúncias na maior operação contra a corrupção na história do Brasil. O caso ainda parece está longe de ser solucionado, a temporada 2017 já vai começar para os clubes cariocas, o Campeonato Estadual e a Primeira Liga já 'batem na porta'. 

Mesmo que a questão seja resolvida e o estádio volte a funcionar em toda sua normalidade, que receba jogos, e eventos afins, que volte a ser orgulho do brasileiro essa mancha não será apagada. O 'equipamento' jamais deveria ter sido colocado de lado, mundo à fora vemos estádios sendo tratados com o devido respeito. Independente de qualquer coisa é preciso ter mais respeito pelas histórias que o Maraca proporcionou, é preciso ter respeito pelo maior símbolo do Brasil. 






 


02 janeiro 2017

Craques que apareceram na Copinha

Começa nessa segunda-feira (02) o maior campeonato de futebol juniores do Brasil, a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Em 2017 o campeonato chega a sua 48ª edição com recorde de participantes, ao todo serão 120 equipes dividas em 30 grupos, com cerca de 3 mil jogadores inscritos.

O torneio foi criado em 1969, e em seus primeiros anos tinha como participantes apenas equipes paulistas. Porém a partir de 1971 times do restante do país começaram a ser convidados, o que abriu espaço para a revelação de jogadores que fizeram história no futebol brasileiro e mundial.



Falcão - Internacional 1972


















Antes de se tornar o "Rei de Roma", Paulo Roberto Falcão deu seus primeiros passos no futebol na Copa São Paulo. O volante foi um destaques na edição de 1972, na quela acabou com o vice campeonato pelo Internacional, pouco depois já integrava a equipe de profissionais do Gigante da Beira Rio.


Toninho Cerezo - Atlético/MG 1972



















Cerezo também surgiu na mesma edição que Falcão, o volante de passadas largas e ótimo passe chamou a atenção por seu futebol diferenciado e logo foi levado ao profissionais do Galo.


Casagrande - Corinthians 1980



Antes de liderar o movimento da "Democracia Corintiana", Walter Casagrande passou pela Copa São Paulo. Um atacante alto, magro e de muita raça, assim era 'Casão'. O emblemático jogador foi um dos grandes nomes que passaram pela competição com certo destaque. 


Raí - Botafogo/SP 1983

Raí é um dos grandes nomes da história do São Paulo, porém poucos sabem que o eterno camisa 10 do tricolor do morumbi começou sua carreira no Botafogo de Ribeirão Preto. Na Copa de São Paulo de 1983 o jovem meio campista levou o time do interior paulista até a final da competição, mas saiu com o vice campeonato, perdendo a final por 2 a 1 para o Atlético/MG.


Cafu - São Paulo 1988

O capitão do Penta Campeonato com a Seleção Brasileira em 2002 começou sua trajetória no futebol há quase 30 anos. Cafu era o titular da lateral direita no campeonato de juniores. Pouco tempo depois foi levado por Telê Santana para os profissionais do clube, onde conseguiu todos os títulos possíveis com  o clube.


Djalminha - Flamengo 1990

O Flamengo campeão brasileiro de 1992 começou a se formar na Copa São Paulo de 1990, nomes como: Piá, Nélio, Júnior Baiano, Luís Antônio e Fabinho venceram a competição de juniores e dois anos mais tarde levantaram o título nacional pela equipe principal. Porém a maior referência técnica daquele time era Djalminha, o genial e genioso meia rubro negro foi o maior nome daquela edição, sendo o diferencial na conquista do clube carioca.


Rogério Ceni - São Paulo 1993

O maior goleiro artilheiro da história também deu seus primeiros passos na Copa São Paulo. Rogério Ceni foi essencial na conquista do título de 1993 do clube paulista. A final diante do Corinthians rendeu a Ceni uma vaga cativa no elenco principal de Telê Santana, que logo depois começou a utilizar o goleiro no famoso: 'expressinho tricolor' que fez história até meados dos anos 90. 


Dida - Vitória 1993

Dida foi outro ótimo goleiro que apareceu na edição de 1993 da competição. O baiano foi tão bem na competição que no mesmo ano disputou e chegou a final do campeonato brasileiro, perdendo na final para o forte Palmeiras no início da 'era Parmalat'.


Deco - Corinthians 1997

Há vinte anos atrás Deco disputava e perdia a final da Copa São Paulo pelo Corinthians diante do Lousano Paulista. O excelente meia que conquistou o mundo da bola com suas atuações por Porto, Barcelona e Chelsea começou a carreira na equipe do Parque São Jorge.


Kaká - São Paulo 2001

Kaká não era titular no time do São Paulo vice campeão da copinha em 2001, era reserva no time, mas sempre entrava bem nas partidas. Suas atuações na competição chamaram a atenção de Vadão, que na época era o treinador do São Paulo. O comandante deu uma chance ao garoto entre os profissionais, e o 'menino' não desperdiçou a chance que teve.


Vagner Love - Palmeiras 2003

Uma das histórias mais folclóricas da Copinha fica por conta de Vagner Love, o atacante se destacava na competição no ano de 2003 por seus gols e atuações. Entretanto uma fuga da concentração para um encontro com uma mulher rendeu o apelido que segue o artilheiro até os dias de hoje. O termo 'love' foi adicionado a nomenclatura do atacante. Vagner não levou o título da Copinha em 2003, também foi vice campeão, mas tornou-se um bom atacante, e no próprio ano de 2003 ajudou o Palmeiras a voltar para a elite do campeonato brasileiro.


Neymar - Santos 2008 


A Copa São Paulo de 2008 rendeu ao Brasil o seu maior expoente do futebol na atualidade. Neymar, ainda com 16 anos, fez parte do elenco santista que disputou a competição no final dos anos 2000. No ano seguinte começou a ser aproveitado por Wagner Mancini no time principal. 


Dudu - Cruzeiro 2009 

Dudu era a joia cruzeirense em 2009. O atacante rápido e de boa técnica mostrava que tinha futuro e muito futebol para mostrar. Após o campeonato foi aproveitado nos profissionais do time celeste. 


Lucas - São Paulo 2010


Lucas foi o principal nome do último título do São Paulo na Copinha em 2010. O atacante ainda era conhecido como 'Marcelinho', por sua semelhança com o eterno ídolo corintiano, apelido que logo foi apagado assim que o jovem jogador subiu de categoria para os profissionais. 


Gabriel Jesus - Palmeiras 2015 

Atual camisa nove da Seleção Brasileira, Campeão da Copa do Brasil 2015, Campeão Olímpico em 2016, Campeão Brasileiro em 2016, maior contratação do Manchester City para a temporada 2017. Essas são 'apenas' algumas conquistas da maior revelação do futebol brasileiro desde Neymar. Gabriel Jesus já mostrava todo esse potencial na Copa São Paulo em 2015, o time caiu nas semi finais, mas Gabriel seguiu com suas conquistas pessoais.
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