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26 fevereiro 2017

As meninas do Brasil

Recentemente, em 2016, o Brasil sediou a sua primeira Olimpíada. Esta edição também foi a primeira realizada na América do Sul. Vários jogos foram disputados e várias medalhas conquistadas, dentre elas, o inédito ouro olímpico da seleção masculina de futebol. Após a conquista, a atenção da mídia e de torcedores era toda para eles. A seleção feminina de futebol também disputou os jogos, mas caiu antes da final e não conquistou nem o bronze olímpico.

É completamente notória a falta de investimento no futebol feminino no Brasil. A seleção masculina de futebol sempre está disputando jogos em diferentes tipos de competições que tem total cobertura midiática e todo o apoio financeiro das entidades responsáveis, como a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Já a seleção feminina é lembrada pelo público e pela mídia a cada edição do jogos olímpicos, embora dispute também outros campeonatos nesse intervalo de tempo.

O espaço que o futebol feminino recebe ainda é pouquíssimo. A falta de interesse se dá por um pensamento ainda enraizado no povo brasileiro de que “futebol é esporte para homem”. Vai além de ganhar uma medalha olímpica ou ter um Copa do Mundo com uma cobertura tal qual a do masculino. Analisando a postura do brasileiro, por exemplo, nas aulas de educação física quando as meninas são separadas do meninos e normalmente são postas para jogar vôlei, pois, não tem o porte físico para jogar futebol.

Em países como Estados Unidos e Alemanha o futebol feminino recebe tanta audiência quanto o masculino e investimento desde as categorias de base, uma realidade bem diferente da vivida pelas meninas brasileiras. A primeira dificuldade é encontrar onde treinar, já que a escolinhas são voltadas em grande maioria para os meninos. Na realidade do profissional falta investimento, falta patrocínio, falta estrutura para treinamento e a diferença de salários comparada ao masculino é gritante. Mesmo com todas essas dificuldades a Bola de Ouro da Fifa foi conquistada 5 vezes por Marta, atacante da seleção feminina.

Esta última edição dos Jogos Olímpicos mostrou claramente que o público brasileiro ainda não tem maturidade para lidar com “mulher boa de bola”, enquanto o placar era favorável o que se ouvia era “Marta melhor que o Neymar”, o falso apoio acabou quando as meninas perderam nos pênaltis para a Suécia, ainda na semifinal. O discurso passou a ser outro “deixa o futebol para os homens mesmo”.

É mais fácil dizer que futebol não é coisa de mulher do que entender e enfrentar a raiz do problema. Todos cobram títulos, medalhas e primeiras colocações da seleção feminina, mas fecham os olhos para a realidade em que o futebol feminino está inserido. Não basta ter transmissão na TV aberta, não basta criar torneios e pedir que ganhem, é necessária uma reestruturação desde a base ao profissional. É necessário, além de tudo, dizer para a menina que ela pode sim jogar futebol, dando toda a estrutura necessária para ela chegar ao profissional, da mesma forma que se faz com um menino.


Como ganhar títulos importantes estando em um estágio tão inferior de respeito, investimento e desenvolvimento de jogo? O futebol feminino não é fraco ou ruim, isso é consequência do não interesse. A falta de título não é o problema, é apenas o fim de um processo de falta de investimento e preconceito. 



Wanessa Caitano
https://www.facebook.com/wanessa.caitano



25 fevereiro 2017

Jurgen Klopp não engoliu muito bem a saída de Ranieri do Leicester



Jurgen Klopp é um cara extremamente sincero, seu jeitão carismático, centrado, paizão dos jogadores, e acima de tudo: explosivo à beira do gramado, o transformam em um personagem diferenciado num futebol tão engessado como o que vivemos na atualidade. O comandante do Liverpool não é de bajular jogador, muito menos de esconder o que pensa, sua última grande declaração foi sobre a saída de Cláudio Ranieri do comando técnico do Leicester. O italiano, atual campeão da Premier League, foi demitido dos foxes após a derrota por 2 a 1, fora de casa, diante do Sevilla, na partida que era o jogo de ida das oitavas de final na Champions League. 

Klopp defendeu o amigo e companheiro de profissão, ainda aproveitou para linkar o assunto com outros fatos, que pelo visto já o incomodavam. 

'O que posso dizer? Se estou surpreso que coisas como essa podem acontecer? - Não - disse Klopp. "Não é apenas futebol." Para mim, houve algumas decisões estranhas em 2016/17: Brexit, Trump, Ranieri, eu tenho que entender o tempo todo? - obviamente não.

"Eu não tenho idéia por que Leicester fez isso." Todo mundo podia ver a situação no campeonato, a situação na Liga dos Campeões - nós não estamos lá dentro. Ele é uma pessoa muito especial neste negócio, um cara muito legal. Eu o conheci antes quando ele me visitou em Dortmund e conversamos muito.

"Ele é uma pessoa maravilhosa.Talvez você tenha que ir para Leicester e perguntar-lhes por que eles fizeram.

"Você viu o jogo da Liga dos Campeões e a reação depois de marcar: Era como dois jogos diferentes antes e depois da pontuação. Obviamente, eles precisavam desse gol para recuperar a sua confiança.


Contextualizando: 

'Brexit' é a abreviação das palavras em inglês Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída). Designa a saída do Reino Unido da União Europeia.

'Trump' é Donald Trump, o bilionário americano que venceu as eleições presidenciais de seu país e agora comanda a "terra do Tio Sam".

O Liverpool será o primeiro adversário de Leicester na era pós-Ranieri no King Power Stadium na próxima segunda (27) pela 26ª rodada da Premier League.

24 fevereiro 2017

O Flamengo e a luta contra o favoritismo

No mundo do futebol, a cobrança por resultados e títulos significativos persegue todos os times, principalmente os "grandes" que, por terem investimentos maiores e estruturas melhores, são ainda mais pressionados por diretoria, imprensa e torcida. 

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No Flamengo não é diferente. O clube que tem um dos melhores elencos do país, convive com a pressão por resultados diariamente e tem mais um "probleminha" que vem incomodando a equipe, o tal favoritismo.

Você pode até questionar: "Como ser favorito pode ser problema para um time?"

De fato, não deveria ser. O favoritismo nada mais é do que uma condição que o credencia como melhor que seus adversários e, por isso, principal candidato aos títulos que disputa, o que é muito bom. Porém, é algo que vem trazendo problemas ao rubro-negro, que carrega a obrigação de vencer tudo por ter um elenco forte e uma torcida gigante.

Uma prova disso é o tabu contra o grande rival Vasco. São 9 jogos sem vencer  o cruz-maltino, mesmo sendo tratado como favorito na maioria dos jogos.

No campeonato brasileiro, o clube também sofreu com a pressão de ser um dos melhores e no final o "cheirinho" (de título) tão falado pelo torcedor, não passou disso e o time carioca ficou na terceira posição, atrás do vice Santos e do campeão Palmeiras.

O ano não começou diferente em termos de expectativa, pelo contrário. Se havia muita cobrança sobre o Flamengo de 2016, ela será ainda maior em 2017. Para quem não lembra, o técnico Zé Ricardo assumiu o time em Maio do ano passado, após saída de Muricy. Diego, principal contratação da temporada, chegou com o brasileirão em andamento. O time precisou de alguns jogos para engrenar e quando parecia que daria pra chegar, o Palmeiras já estava longe. 

Diferente da temporada passada, o time tem um sistema de jogo definido. Diego ganhou a companhia de Conca, Berrío, Trauco e Romulo contratados e o clube volta a disputar a Libertadores.

Mas, afinal, ser dado como favorito tem algum peso no resultado final da partida? Não, não tem. O futebol nos mostra todos os dias que aquele velho ditado clichê é uma pura verdade. Sem dúvidas, "o futebol é uma caixinha de surpresas".

Neste sábado(25), o Flamengo enfrenta mais uma vez o Vasco, agora pela semifinal da Taça Guanabara e, como vem sendo comum nos últimos confrontos, é o mais cotado para vencer a partida e garantir vaga na final.

O time comandado por Zé Ricardo joga pelo empate para se classificar, mas o torcedor quer a vitória. Vencer o rival e confirmar os palpites é o primeiro passo para acabar com qualquer luta contra o favoritismo.

Escrito por: Mateus Marques.

23 fevereiro 2017

A tecnologia no futebol só é útil quando convém?





Ainda no primeiro tempo de Corinthians x Palmeiras, clássico centenário do futebol paulista, um lance me intrigou. Apesar de estar acompanhando outra partida, mudei para o Dérbi no exato momento que o árbitro Thiago Duarte Peixoto aplicou o segundo cartão amarelo em Gabriel, volante corintiano. Resultado: expulsão.
Algo normal para um clássico, exceto pelo fato que Gabriel (camisa 5) não teve participação alguma no lance que originou seu segundo cartão, mas sim, Maycon (camisa 30). É isso mesmo. No contra-ataque palmeirense, Keno carregava a bola mas foi puxado pelo volante Maycon, em lance conhecido como anti-jogo, que pela regra, deve punir o infrator com cartão amarelo. Até aí, tudo bem.

Enquanto o volante se levantava do embate, seu parceiro de posição, Gabriel, aproximou-se do lance. Foi quando o árbitro Thiago Peixoto apontou-lhe o cartão. Sem mais, nem menos. Daí em diante não houve auxiliar, quarto árbitro, nem "recurso tecnológico", mais conhecido como TV, que ajudasse. O dono do apito não voltou atrás e o camisa 5 foi para o chuveiro mais cedo, chutando tudo que via pela frente.
Na ocasião, Thiago Duarte Peixoto não só complicou uma partida que tinha tudo para ser incrível, como mostrou o quanto os mais diversos critérios adotados por quem apita atrapalham o andar de uma partida. E o pior: o quanto a arbitragem brasileira é despreparada.
Mas e o recurso utilizado para rever lances? O Campeonato Brasileiro de 2016 contou com ele em algumas oportunidades. Se está em testes, ótimo. Um clássico como esse é uma oportunidade e tanto para aprimorá-lo. Não é preciso restringi-lo. Com seu uso, ganha o árbitro, que pode consertar um erro e manter seu nome intacto. Ganham os clubes, com um jogo limpo e bem liderado. Ou a tecnologia só pode ser usada quando convém?
E antes que eu esqueça, o Corinthians venceu. O gol foi marcado por Jô, quando o Timão já estava com um a menos. 1 a 0.

22 fevereiro 2017

Corinthians x Palmeiras: 100 anos de rivalidade





Um clássico que sempre gera pauta, ansiedade ou algo do gênero nas torcidas ou quem admira o futebol. Nesta quarta-feira (22), às 21h45, Corinthians e Palmeiras disputam o primeiro clássico do ano do centenário. São 100 anos de um dos dérbis mais disputados do mundo. 

Para ser mais preciso, o duelo completa aniversário dia 06 de maio de 2017 e desde então é o clássico que tem o retrospecto mais equilibrado do país. 

A rivalidade é tão grande que cada clube tem uma contagem diferente dos duelos. Para os corintianos são 351 jogos com 125 vitórias palestrinas e 120 triunfos alvinegros, além de 106 empates. Na conta dos alviverdes são 361 jogos, com 129 triunfos palmeirenses, 122 vitórias corintianas e 110 empates.

Fundação e as primeiras vitórias

O Corinthians foi fundado em 1910 para representar às camadas mais populares da sociedade paulistana. O Palmeiras surgiu como o representante da imensa comunidade italiana de São Paulo, com o nome de Palestra Italia - o nome Sociedade Esportiva Palmeiras foi adotado em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial.

Para se ter ideia da dimensão do clássico, o Palmeiras, ainda Palestra, tirou a invencibilidade do Corinthians, que era de três anos sendo 25 jogos sem perder, já no primeiro embate entre as agremiações.

O Palmeiras sapecou 3x0 com três gols de Caetano e despachou o 'Time do Povo' na Liga Paulista. 

A primeira vitória alvinegra sobre o Palestra foi por 3 a 0, no dia 3 de maio de 1919, com gols de Américo, Garcia e Roverso, em partida disputada no Estádio da Floresta.

O famoso osso

Em 1918, antes de mais uma partida entre Palestra e Corinthians, um grupo de torcedores palestrinos arremessaram um osso no restaurante em que os corintianos almoçavam. No bilhete estava escrito, “O Corinthians é canja para o Palestra”. Após o empate em 3 a 3, os corintianos escreveram o seguinte no artefato: “Esse osso era para a canja. Mas não cozinhou por ser duro demais”.
O osso está guardado no Memorial do Corinthians, no Parque São Jorge.

O osso jogado pelos palmeirenses é peça do memorial corintiano (Eduardo Anizelli/Folhapress)

O crescimento das torcidas e a rivalidade

Com o futebol ainda em desenvolvimento, os títulos eram peças importantes para que os clubes tivessem uma grande torcida.

Foi nos anos 20 que isso aconteceu. Com os cinco títulos corintianos (1922, 1923, 1924, 1928 e 1929) e os três palestrinos (1920, 1926 e 1927), as torcidas para os clubes tiveram um grande aumento. 

Nesse período, a rivalidade entre os clubes só cresceu, principalmente por conta do Campeonato Paulista de 1921. Na ocasião, Corinthians, Palestra e Paulistano disputavam o título ponto a ponto até que o time alviverde saiu da disputa na penúltima rodada. Na último jogo, o Corinthians precisava vencer o Palestra para ser campeão, mas tomou uma goleada por 3x0 e viu o Paulistano ficar com a taça. 

Maior goleada e o batismo de fogo

Em duelo válido pelo Paulista e pelo Rio-São Paulo, o Corinthians amargou a pior goleada da história do clássico, no Parque Antárctica, 8 a 0, com gols de Imparato, com três, e Pellicciari, com quatro, e Gambardo. 

Com a goleada, o Corinthians passou por uma crise que culminou com a saída do presidente do clube, Alfredo Schurig e fez a torcida corintiana colocar fogo na sede da própria agremiação.

Outro fato marcante foi a vitória dos corintianos sobre os palmeirenses em 1942. Na última partida do Paulista, no Pacaembu, a equipe alviverde, já com o título assegurado, viram o Corinthians vencer com gols de Hércules, Milani e Begliomini (contra). Foi o primeiro dérbi com o Palestra rebatizado como Palmeiras.

A democracia e o fim do jejum palmeirense

Uma época muito marcante para os corintianos é a da Democracia Corintiana, comandada por Socrátes e Casagrande. No dia 1° de agosto de 1982, os alvinegros golearam os palmeirenses por 5x1 com três gols do Casão, um do Doutor e outro de Biro-Biro. 

 O Palmeiras não conquistava um título fazia 16 anos e havia perdido o jogo de ida por 1x0, com gol de Viola, ue imitou o porco no Morumbi. 

No jogo de volta, o Verdão fez 3x0 no tempo normal e com gol de Evair levantou a taça do Campeonato Paulista de 1993.

As embaixadinhas e as Libertadores de 1999 e 2000

Foram dois anos intensos da rivalidade e com fatos que até hoje são lembrados pelos torcedores. 

Palmeiras e Corinthians decidiram uma vaga na semi-final da Libertadores em 1999. No jogo de ida, a equipe alviverde fez 2x0 e na volta levou o troco.

Nos pênaltis, coube ao goleiro São Marcos classificar o Palmeiras para a fase seguinte. Naquele ano, a taça ficou no Palestra.

Entre embate entre as equipes pela Libertadores tinha a final do Campeonato Paulista. No jogo de ida, um baile corintiano, 3x0, e vantagem para o segundo jogo. Com a eliminação na competição internacional, o Corinthians queria se "vingar" e Edílson fez isso ficar ainda mais histórico. 

Com o 2x2 no placar, o time do Parque São Jorge estava conquistando o título até que o Capetinha resolveu fazer algumas embaixadinhas. Resultado: briga generalizada no gramado em uma das cenas mais lembradas do futebol brasileiro.

Em 2000, o confronto voltou a acontecer na Libertadores, mas era valendo vaga na final. Foram dois jogos que encantaram os torcedores. Na ida, o Corinthians venceu por 4x3, mas na volta o Palmeiras fez 3x2 e levou a decisão para os pênaltis. 

De novo ele! São Marcos decidiu para o Porco e levou a equipe alviverde para a final do torneio. O time palestrino acertou todas as cobranças de pênalti, e Marcos pegou o chute de Marcelinho Carioca.


De lá para cá muitos clássicos encantaram, decepcionaram ou novas histórias foram contadas. Esse foi um breve (MUITO BREVE) resumo da história centenária do clássico entre Corinthians x Palmeiras.
Até maio faremos especiais contando mais especificamente cada uma dessas épocas do dérbi. 

21 fevereiro 2017

Uma nova história para 2017: Givanildo e os desafios no Ceará

 Givanildo Oliveira, novo treinador do Ceará para 2017

O ano não começou como esperado para o Ceará. O clube que já não estava na Copa do Nordeste por ter feito um primeiro semestre em 2016 abaixo do esperado. O foco é o Campeonato Cearense e mesmo com a liderança isolada da primeira fase do certame estadual, o técnico Gilmar Dal Pozzo não ficou no cargo. Após a eliminação precoce na Copa do Brasil para o Boavista, em um jogo polêmico, o time alvinegro foi derrotado por 1x0 e acabou eliminado. O antigo técnico Gilmar Dal Pozzo que já era contestado desde a derrota no Clássico-Rei, não resistiu a pressão e saiu após o lamentável episódio com uma torcida organizada do Vovô no desembarque em Fortaleza. 
Deixando para trás o que passou, vamos analisar o que pode melhorar com a chegada de Givanildo, o famoso Rei do acesso, por falar nisso abaixo colocaremos os feitos do treinador que o levaram a ter esse apelido.


1997 - Subiu com America-MG para a Série A
2001 - Subiu com Paysandu para a Série A
2005 - Subiu com Santa Cruz para a Série A
2006 - Subiu com Sport para a Série A
2015 - Subiu com America-MG para a Série A

Com esses números, com certeza a torcida alvinegra tem com o que se empolgar, e foi em busca disso que analisamos os dois últimos trabalhos de Givanildo e tentaremos em cima desses trabalhos ver o que o treinador pode implantar no alvinegro de Porangabuçu.


America-MG campeão mineiro 2016 com Givanildo

Vendo as formações desse America-MG, campeão mineiro em cima do Atlético/MG e que conquistou o acesso para a Série A, e do Náutico, último clube de Givanildo, em 2016, podemos vislumbrar um Ceará jogando em um típico 4-4-2. Givanildo utilizou muito esse esquema nos dois últimos clubes que passou, onde os laterais apoiavam bastante, meias que faziam uma função que hoje muitas vezes não vemos mais por conta da alta velocidade e da recomposição que os técnicos cobram. Os meias de hoje acabam se tornando pontas, mas Givanildo costuma utiliza-los mais centralizados e que façam a função de armador para alimentar o ataque. Na frente, o novo treinador alvinegro costuma usar um centroavante mais fixo e um jogador de lado. Analisando isso e o plantel alvinegro esboçamos um suposto time nesse início de trabalho. Victor Rangel larga na frente dos demais por já ter atuado com o treinador em sua vitoriosa passagem por Belo Horizonte.

1 - ÉVERSON
         2-CAMETÁ   3-SANDRO                             4-R.PEREIRA  6-ROMÁRIO


                               5 - RAUL                       8 - RICHARDSON



 10 - FELIPE TONTINI                                      
                                       7 - MAXI

                11 - MAGNO ALVES                    9 - VICTOR RANGEL

OBS: RICARDINHO ainda não tem condições de atuar


E ai torcida alvinegra qual opinião de vocês sobre o começo desse novo trabalho no Vovô? Lembrando que acima é apenas um esboço que pode ser utilizado, nada oficial. 
A estréia de Givanildo será nessa quarta-feira ás 19:30 na Arena Castelão contra o Flamengo pela Primeira Liga, o Arena 303 deseja muita sorte para o novo técnico e para o clube nesse ano de 2017.





Feito por: Glayson Saunders

19 fevereiro 2017

O futebol "gourmet" está acabando com a essência do esporte.

Maracanã, nos anos 80, recebendo torcida do Flamengo.



Há cinco ou oito anos atrás, ou até mesmo em nossos tempos de infância, íamos para o maior palco de espetáculos do mundo (o estádio) com o intuito de torcer pelo nosso time do coração e apreciar um pouco do esporte mais popular do planeta. 

Saíamos de nossas casas já com a alegria nas pernas e a garganta, já rouca, para mais um clássico ou decisão final do qual eu ou você daria a vida para levantar a taça de campeão com o clube de coração.

Antes do apito inicial do árbitro, uma adrenalina emocionante transformava o nosso eu em algo totalmente surreal. A demora em chegar ao estádio, à longa fila para dar os ingressos, a calorosa parte da geral que alegrava as partidas com seus gritos, os hinos, os sinalizadores... Tudo isso começou a acabar quando o chamado "futebol moderno" apareceu nos dias atuais. 

A cada ano que se passa as federações e os responsáveis que deveriam contribuir para o enriquecimento do esporte nacional, infelizmente, estão acabando com tudo. Os clássicos que, por mais tumultuados que fossem e, às vezes conflitantes, era o que deixava as cidades mais populosas do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, em um caldeirão imenso. Um domingo de sol e descanso é bom, mas um domingo de Corinthians vs Palmeiras, Flamengo vs Fluminense, ou Ceará vs Fortaleza é maravilhoso. 

No entanto, com a “nutellagem” modernista, tudo vem se tornando sem graça. A “gourmetização” das arenas e a elitização das mesmas deixou o esporte menos charmoso.

Torcidas únicas como nos três estados citados anteriormente, a proibição de baterias, o aumento dos ingressos, a não comemoração com a torcida e a blindagem do juiz no jogo, são pontos importantes que fazem do torcedor perder um pouco das suas expectativas em ver sua equipe jogar.

Sabemos que a violência está em todo o canto, mas também sabemos que deixando um clássico entre dois clubes com uma torcida só cantando para si mesmo, não valerá a pena investir, pois isso rebaixará o saudosismo confronto que está acontecendo naquele momento.

Isso demonstra o total despreparo que os responsáveis têm naquilo que estão ou irão fazer. Ora, a melhor opção seria rever os principais fatores que deixassem a segurança pública mais tranquila e sem atos de vandalismo local. 

É certo que a vida cotidiana está cada vez mais perigosa, todavia, inibir torcedores de verdade que querem assistir um duelo contra o seu principal rival da capital é perca de tempo.

A nova era da torcida única mostra que o futebol, aos poucos, vai se tornando uma vítima dos camaradas que se acham europeus. Infelizmente, a prática cruel de vandalismo entre torcidas ainda continua, mas é notório saber que se não for dentro do estádio, eles brigam fora, seja na rua ou dentro de um aeroporto.

Segurança em primeiro lugar, óbvio, mas o que está sendo pautado aqui é o efeito que isso dá aos jogos profissionais nos grandes estádios.  Não é defender a prática de bater ou brigar por um time, mas sim, fazer valorizar o verdadeiro evento que nos emociona. 

É o futebol da comemoração com a torcida, da atitude ousada, dos cinquenta mil torcedores vibrando e da discussão com o juiz. São esses atributos que há nesta prática esportiva que realmente queremos ver.

No Rio de Janeiro, acabaram com o Maracanã, e agora, decidiu-se torcidas únicas em clássicos com a função de dar paz à sociedade. Quem diria que a cidade maravilhosa passaria por isso, né? O futebol "gourmet" está acabando com a essência do esporte.


Maracanã mais atualizado, recebendo final entre Flamengo vs Vasco. 


Feito por: Robson Mateus. 







A expulsão mais surreal em Copas do Mundo


Antonio Rattin foi um meia clássico argentino, do alto de seus 1,90m enxergava o jogo como poucos, e controlava o ritmo de sua equipe, era o enganche ideal pra qualquer time. Só vestiu duas camisas no futebol: Boca Juniors e Seleção Argentina. No clube xeneize atuou por quatorze anos, com a camisa albiceleste apenas quatro.

Rattín com a camisa do Boca Juniors

Rattín protagonizou um dos lances mais inusitados e estranhos na história de Copas do Mundo. Foi durante o confronto das quartas de final da Copa do Mundo de 1966, disputa na Inglaterra. Os argentinos chegaram para a disputa de uma vaga nas semi finais contra os donos da casa. Segundo relatos dos jogadores que estiveram em campo as arquibancadas foram totalmente tomadas pelos ingleses, pra onde quer que se olhasse, não se via algum sinal de um torcedor argentino.
A preocupação dos atletas argentinos começou antes mesmo do apito inicial.Durante o sorteio dos árbitros para aquela partida ficou claro que tinha algo de errado. A nomeação dos juizes para a parida seria feita na cidade de Birmingham, porém, quando os representantes argentinos chegaram ao local o sorteio já tinha ocorrido, e o nome do alemão, Rudolf Kreitlein já estava designado para comandar o jogo.
O fato surpreendeu e revoltou os argentinos, eles não queriam que um árbitro alemão apitasse um jogo da seleção inglesa, a dificuldade no idioma era o temor dos portenhos. Contudo já não podiam fazer mais nada, e Rudolf foi apitar a partida.
Momento exato da expulsão de Rattín
O alemão Kreitlein era conhecido por ser enérgico demais, e aplicar sucessivos cartões, as vezes de forma desordenada. A partida seguia empatada em zero a zero, e o jogo era cheio de jogadas ríspidas, até que o juiz tirou Rattín de campo. Na versão do comandante da partida, o argentino teria sido expulso por indisciplina e pela expressão do rosto de Rattín, o que causou estranheza foi o fato do germânico não entender espanhol. Rattín alega que apenas pediu um interprete e que tudo não passava de um mal entendido. O árbitro não voltou atrás e o meia argentino teve mesmo que sair de campo.
Irritado com a situação o argentino demorou cerca de dez minutos até sair de campo, na saída fez gestos provocando a torcida inglesa, e chegou a amassar a bandeira do Reino Unido, que ficava no mastro do escanteio. A partida continuou, e sem El Flaco em campo a Inglaterra conseguiu o gol da vitória que o levou as semi finais e posteriormente ao título de campeão mundial naquela oportunidade.
Rattín puxando a bandeira do Reino e provocando a ira dos Ingleses

A partir deste episódio, a FIFA obrigou os árbitros a utilizarem cartões amarelos e vermelhos em partidas oficiais.


18 fevereiro 2017

As edições da Copa do Brasil de 2004 e 2005 fizeram valer o apelido de competição mais democrática do país

A Copa do Brasil é uma competição que sempre reserva boas surpresas em relação a aparição de times pequenos. Entretanto, nos últimos anos, está cada vez menor o número de zebras na competição que tem como principal característica colocar frente a frente agremiações de portes diferentes.

Para 2017, os times pequenos terão ainda mais dificuldade para surpreender os grandes. O novo regulamento da Copa do Brasil prevê 80 times disputando apenas cinco vagas nas oitavas de final. 

Isso acontece porque as oitavas de final da Copa do Brasil já têm garantidos 11 clubes. Os oito que disputam a Libertadores (Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético Mineiro, Botafogo, Atlético Paranaense, Grêmio e Chapecoense), o campeão da Copa do NordesteSanta Cruz, o campeão da Copa Verde, o Paysandu, e o campeão da Série B, o Atlético Goianiense.

As duas fases iniciais também tiveram mudanças. Na primeira, os clubes melhores ranqueados pela CBF visitam os piores com a vantagem do empate para avançar, mas em caso de derrota a eliminação precoce vira realidade. 

Na atual edição, times como Ceará, Fortaleza, Figueirense, Londrina, Náutico, CRB e Juventude saíram ainda na fase inaugural do certame. 

Na segunda fase, será jogo único novamente, porém será sorteado o mandante do jogo e, se houver empate, decisão por pênaltis.
Da terceira fase em diante da Copa do Brasil , voltam os jogos de ida e volta, com sorteio de mando, decidindo uma possível igualdade pelo saldo de gols, com o tento marcado fora de casa com valor dobrado. Na final da Copa do Brasil, dia 12 de outubro, só valerá o saldo de gols, mantendo valor simples para o marcado fora de casa.



Para relembrar

A Copa do Brasil nunca teve tanta zebra como no biênio 2004-2005 tanto que os campeões foram Santo André e Paulista, mas as surpresas não ficaram por aí. 
Em 2004, o pequeno São Gabriel, do Rio Grande do Sul, eliminou o Figueirense/SC ainda na primeira fase e quase passou pelo Palmeiras na fase seguinte. O time gaúcho chegou a vencer a partida de ida por 2x1, mas foi goleado no Palestra Itália por 4x0. 
Outra surpresa foi a goleada do Ferroviário/CE para cima do América/RN por 4x0 e a passagem para a segunda fase quando foi eliminado pelo Corinthians com show de Jô. 
Para se ter noção das zebras de 2004, confere os confrontos das oitavas de final:

Confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil em 2004

Entre os dezesseis times restantes, tivemos pelo menos sete equipes que a imprensa ou você não colocaria como favoritos.
Para continuar fazendo história, Santo André, 15 de Novembro e Palmas/TO avançaram e ficaram entre as OITO MELHORES equipes do país. 
Dessa forma, os confrontos foram: Palmeiras x Santo André; Palmas x 15 de Novembro; Corinthians x Vitória e Grêmio x Flamengo. 
Em jogos equilibrados, principalmente o confronto entre os paulistas, onde o Santo André passou pelo gol marcado fora de casa. Após um empate por 3x3 em casa, o time do ABC paulista arrancou um 4x4 na capital e avançou. 
Nas outras chaves, o 15 de Novembro passou pelo Palmas, o Flamengo eliminou o Grêmio e o Vitória surpreendeu o Corinthians/SP. 
Para a semifinal, Santo André e 15 de Novembro receberam duros golpes. Seus estádios, Bruno José Daniel e  Sadi Schimidt, respectivamente, não estavam liberados pela CBF para as duas fases finais. 
O jeito foi levar os jogos para a capital onde o Ramalhão atuou no Parque Antártica e o time gaúcho comandado por Mano Meneses jogou no Olímpico. 
Em dois jogos insanos, o Santo André avançou de fase e se credenciou ao título com uma virada histórica. Após ser derrotado por 4x3 em São Paulo, os paulistas foram buscar um 3x1 em Porto Alegre.
No outro duelo, o Flamengo passou sem muitas dificuldades pelo Vitória com dois triunfos. O Rubro-Negro carioca venceu em Salvador por 1x0 e no Maracanã por 2x0. 
Na final, o grande favorito era o Flamengo, pois teria o apoio da torcida nos dois jogos e vinha confiante com um bom futebol. A festa estava montada, mas não avisaram ao Santo André. 
Após um 2x2 com o Parque Antártica abarrotado, a final ficou para o maior palco de futebol do mundo, o Maracanã.
Com mais de 70 mil pessoas no estádio, o Flamengo já tinha confeccionado as camisas, mas um sonoro 2x0 do Ramalhão calaram os rubro-negros e colocaram o time do ABC paulista na Libertadores. 

                       


Em 2005 teve repeteco


Após Santo André e 15 de Novembro assombrarem o país, a Copa do Brasil passou a ser vista com mais carinho pelos pequenos tendo em vista a oportunidade de visibilidade que o clube poderia ter. 
Com as zebras de 2004, as maiores equipes do país tentaram ficar mais ligadas para a edição seguinte, mas não deu jeito. Outras zebras apareceram e o título ficou com o Paulista de Jundiaí comandados por Vágner Mancini. 
Na primeira fase, apenas uma grande zebra. O Baraúnas/RN eliminou o América/MG e avançou de fase. 
O melhor ainda estava por vir na segunda fase. A sensação da década era o São Caetano, mas a equipe paulista não foi páreo para o Treze de Campina Grande que venceu o jogo de volta por 2x1 após empate em 1x1 na ida. 
Outras duas surpresas ainda aconteceram. O surpreendente Baraúnas eliminou o Vitória/BA com DUAS vitórias. O time do Rio Grande do Norte venceu por 1x0 e casa e despachou os baianos com um triunfo por 2x1 no Barradão. Em outro confronto, o Ituano/SP passou pelo Fortaleza com uma vitória por 2x0 em casa e uma derrota por 2x1 no Castelão. 
Esses foram os confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil em 2005

Nas oitavas de final, quase todas as surpresas possíveis aconteceram. O Ceará eliminou o Flamengo com uma vitória por 2x0 fora de casa e segurou o 1x1 em um Castelão lotado. O Treze havia sido derrotado por 2x1 no Couto Pereira, mas conseguiu a classificação ao bater o Coxa por 1x0 na Paraíba. Em outro duelo, o Paulista passou pelo Internacional nos pênaltis. A maior surpresa dessa fase foi novamente o Baraúnas. Após um 2x2 no Nogueirão, o time nordestino foi buscar um humilhante 3x0 em São Januário e fez história no torneio. 
Para a fase seguinte, cada confronto tinha uma zebra e as semifinais poderiam ser históricas. Nem tudo aconteceu como o esperado, mas Ceará e Paulista seguiram na competição. 
O Vozão passou pelo Atlético/MG ao segurar o 1x1 no Mineirão e vencer o Galo por 2x0 no Castelão. Novamente nos pênaltis, o Paulista passou pelo Figueirense nos mesmos moldes da fase anterior. Derrota por 1x0 fora e vitória por 1x0 em casa. 
Nas outras duas chaves, os favoritos garantiram presença na fase seguinte. O Cruzeiro não tomou conhecimento do Baraúnas e sapecou um 7x3 no Nordeste e um 5x0 em Belo Horizonte. Após muita polêmica com a arbitragem, o Fluminense passou pelo Treze nos pênaltis. Com uma vitória por 1x0 para cada lado, o duelo foi definido da marca da cal. 
Nas semifinais, uma final entre Fluminense e Cruzeiro era esperada, mas quase tivemos um Ceará x Paulista. No jogo de ida, o Vovô segurou um 2x2 em São Januário e levou a decisão para Fortaleza. Mesmo com o apoio de mais de 50 mil vozes, o Alvinegro não segurou a pressão e foi goleado por 4x1. 
Com o Cruzeiro sendo bajulado após as goleadas anteriores, o Galo de Jundiaí tratou de acabar com isso e abriu uma boa vantagem no jogo de ida, 3x1. Na volta , o Cruzeiro até venceu, mas não foi o suficiente. Um 3x2 emocionante classificou o time do interior paulista para a final. 
Um pequeno time paulista contra um gigante carioca. A cena se repetiu em 2005, mas o destino seria o mesmo ? Sim! O Fluminense não segurou os comandados de Vágner Mancini e uma derrota no Jaime Cintra por 2x0 foi determinante para o título. Sem forças, o Tricolor Carioca não conseguiu superar a defesa adversária e não saiu de um 0x0 em São Januário. 

                         


17 fevereiro 2017

Palmeiras 2017: Dor de cabeça boa

A temporada de 2016 terminou com o Palmeiras sendo campeão brasileiro. O time, até então comandado por Cuca, era bem organizado e preciso nas suas ações, tanto defensivas como ofensivas. 
Apesar de nem sempre (ou quase nunca) fazer partidas de encher os olhos de quem o assistia, o alviverde foi passando por seus adversários e conquistou o título.

O time tinha como base: Jailson (que se firmou após a lesão de Fernando Prass); Jean (Fabiano), Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Thiago Santos (Jean), Tchê Tchê e Moisés; Dudu, Róger Guedes e Gabriel Jesus. Aqui você pode conferir uma análise feita por mim, no quadro Arena Tática sobre este time.

Antes mesmo da confirmação do título, já era de conhecimento de todos que o time iria precisar contratar um novo "homem gol". Gabriel Jesus, um principais jogadores do time e dono da função de balançar as redes, já havia sido negociado com o Manchester City  e deixaria o clube ao final da temporada.

No entanto, não foi esta a maior perda da equipe pós título. O técnico Cuca, que já era esperado para renovação, comunicou ao clube que não permaneceria para 2017, e o Palmeiras ficou sem comandante.

Algumas semanas depois, chegou Eduardo Baptista. O técnico que comandou a Ponte Preta em 2016, chegou com a dura missão de comandar um elenco cheio de peças e com uma forma já estabelecida de jogo.

O treinador, que é tido como "jovem" no mundo do futebol e que não foi festejado pela torcida, exatamente por isso, vem enfrentando dificuldades para cair no gosto do torcedor que o critica por "mexer no time que estava ganhando" e insistir em jogadores com baixo rendimento.
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De fato, há um pouco de razão no que cobram torcida e imprensa. Eduardo deslocou Dudu para o lado direito e segue insistindo em Róger Guedes no time titular. Além disso, Willian "bigode", que vem sendo a referência do ataque, não está rendendo e com tantas opções no banco de reservas, o torcedor não entende o motivo da insistência do treinador.

Embora no futebol brasileiro dois meses sejam tempo suficiente para demitir um técnico, ainda é cedo para tirar qualquer conclusão sobre time e técnico. O certo é que o Palmeiras tem um elenco recheado de boas opções, uma torcida exigente e uma libertadores batendo na porta. 

Pensando na escalação do time, montamos algumas opções para "ajudar" (ou não) Eduardo Baptista.

Provável Time Titular do Palmeiras


O provável time titular do Palmeiras teria: Fernando Prass; Jean, Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê e Moisés; Guerra, Dudu e Borja.
Time Reserva "1"

O time reserva "1" do Palmeiras teria: Jailson; Fabiano, Antônio Carlos, Edu Dracena e Egídio; Thiago Santos, Arouca, Raphael Veiga e Michel Bastos; Róger Guedes e Willian.

Time reserva "2"

O time reserva "2" do Palmeiras teria: Jaílson; Fabiano, Thiago Martins, Edu Dracena e Egídio; Thiago Santos, Jean e Hyoran; Keno, Rafael Marques e Erik(Barrios).


Time reserva "3"

O time reserva "3" do Palmeiras teria: Jaílson; Fabiano, Antônio Carlos, Edu Dracena e Egídio; Thiago Santos(Arouca), Zé Roberto e Raphael Veiga; Vitinho, Erik e Alecsandro(Barrios).

Como você pôde ver acima, opções não faltam a Eduardo Baptista para esboçar o time ideal e o técnico vai ter uma boa dor de cabeça.

Gostou? comenta aí qual seria a sua melhor formação, torcedor!

Feito por: Mateus Marques

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