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27 março 2017

Copa do Nordeste: As mudanças na competição a partir de 2018



A maior competição regional do Brasil segue em busca do formato perfeito para não perder interesse por parte da mídia e alavancar as médias de público. 

Em 2017, o Nordestão vem tendo as piores médias de presença nos estádios dos últimos anos e com a audiência insatisfatória na televisão, fizeram com que a cúpula da Liga do Nordeste e do Esporte Interativo, detentores dos direitos da competição, pensassem em mudanças para que o torneio volte a ser uma grande atração.

A principal alteração da Copa do Nordeste será no número de participantes, reduzido de 20 a 16 equipes. 

As alterações no formato de disputa haviam sido anunciadas em fevereiro: 16 times, ao invés dos 20 das últimas três edições, e uma fase preliminar. 


Para 2018, classificam-se diretamente os nove campeões estaduais e os vices da três federações melhor ranqueadas (Bahia, Pernambuco e Ceará). As outras quatro vagas virão de uma fase preliminar, disputada em forma de mata-mata, entre os vice-campeões dos outros seis estados (Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe) e os terceiros colocados dos estaduais da Bahia e Pernambuco.


Enquanto em 2019, as vagas para a fase preliminar deixarão de ser oferecidas pelos estaduais e passarão para os clubes melhor ranqueados dentro de cada estado. 

Essas mudanças mostram que os mandatários não pensam nos pequenos e querem premiar a incompetência dos grandes nas competições estaduais. Comercialmente e levando em consideração a qualidade da copa, as medidas devem surtir algum efeito, mas o futebol da região deve sofrer com a falta de investimento (ainda mais) e o desenvolvimento fica comprometido. 



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