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18 abril 2017

O São Paulo têm falhas e precisa jogar bem






No começo deste ano, antes mesmo de iniciarem os jogos de pré-temporada, todos já sabiam que o novo técnico do São Paulo seria o ídolo Rogério Ceni. Sua nova carreira como comandante do time seria marcada por seus altos e baixos, tanto é que já era de se esperar que logo nos primeiros confrontos contra os rivais, o Tricolor Paulista ainda teria suas falhas e muito mais a se acrescentar.

Na Flórida Cup, onde o time faturou a taça de campeão, pensávamos que a zaga, tão admirada na temporada passada, e o ataque, questionado na mesma, ficariam assim também no ano de 2017. Diante do River Plate um péssimo jogo e o empate contra a equipe argentina já se via pontos negativos para serem revisados. A equipe brasileira se classificou nas penalidades e foi à final contra o Corinthians. No último confronto da competição de pré-temporada, mais um empate levando a decisão para os pênaltis. Os são-paulinos venceram, mas ainda assim precisava fazer muitas alterações.

No Campeonato Paulista o comandante tricolor diferente, e com seu novo modo de jogar, deu uma nova cara a equipe, principalmente na parte ofensiva, onde só na primeira fase do estadual balançou as redes 25 vezes e teve Gilberto como artilheiro da competição com 9 gols. Contudo, deixou a defesa tomar muitos gols, tanto que, nesta mesma competição sofreu 20 gols, ficando com um saldo extremamente questionável de 5 gols apenas.

Para muitos, seu time era “suicida”, pois jogava ofensivamente em todos as partidas, e na hora do contra-ataque do adversário, era um “Deus nos acuda”. Os dois laterais subiam no momento de atacar dando poucas opções aos adversários de marcar quando tinham a bola. Porém, defensivamente o momento de recompor o esquema tático que Ceni propunha era inevitável não achar falhas. Todos corriam para pegar a bola e esquecia-se de um ou dois livres, sem marcação. As falhas começaram a ser muito mais vistas em campo. Os atletas foram questionados por não estarem bem na parte física ou técnica. Wellington Nem, um dos reforços para este ano, ainda não mostrou a que veio. Não vem mostrando aquele futebol apresentado pelo Fluminense em 2013. Seu futebol ainda é de Shakhtar Donetsk

Lucas Pratto, por mais que seja um ótimo atacante, está em um momento em que precisa balançar as redes, porém, precisa de vários “Cuevas” para as finalizações. Rodrigo Caio e Maicon estão em uma fase difícil. Depois que o xerifão foi comprado em definitivo pelo tricolor caiu de rendimento e oscilou bastante na maioria das partidas. Já a joia defensiva do elenco, Rodrigo Caio, também não é mais o mesmo depois das Olimpíadas 2016. Jucilei e Cueva são os únicos que pouco oscilaram no São Paulo. 

A proposta aqui não é pedir a cabeça do técnico e trazer outro que possa melhorar o time. Muito pelo contrário. O pensamento é de questionar os esquemas táticos apresentados até então e eliminar essas falhas consecutivas que o time mostra nos jogos.

O Tricolor tem seus limites, claro, mas no papel, não é um time ruim. O que se deve fazer no momento é suar a camisa e ir atrás de ganhar e fazer seus gols.

O jeito é dar tempo ao técnico e a sua comissão para que não cometa os erros que cometeu em alguns jogos como nas derrotas contra o Corinthians, no último domingo(16) e contra o Cruzeiro na quinta passada(13). A torcida não quer a cabeça do técnico, apenas quer que o time jogue bem, faça gols, tome menos e ganhe o que é para se ganhar. 


Feito por: Robson Mateus


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