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19 julho 2017

As 10 melhores frases do futebol brasileiro


No dia 19 de julho é comemorado o dia nacional do Futebol. Não é segredo pra ninguém que esse é o esporte mais amado e mais praticado em todo planeta. Mas, além das grandes emoções, o mundo futebolístico já nos reservou grandes frases, algumas bem inteligentes e outras, pérolas incorrigíveis. Confira, então, as 10 melhores frases do futebol brasileiro!

10° Nunes, ex-atacante do Flamengo

"Fiz que fui, não fui, e acabei fondo"


9º Jardel, ex-atacante do Grêmio

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe"

8º Fabão, atleta baiano quando se transferiu para o Flamengo

“A partir de agora meu coração tem uma cor só: rubro-negro”

7º Garrincha, durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 58

"Campeonatinho mixuruco, nem tem segundo turno"


6º Vicente Matheus, presidente do Corinthians, sobre o assédio sobre seu principal jogador 


"O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável"

5º Dadá Maravilha, ex-atacante 

"Não venham com problemática que eu tenho a solucionática"


4º Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians 

"Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático"


3º Josimar, ex-lateral direito do Botafogo, ao ser perguntado o que ele achou do jogo 

"Bom, eu não achei nada, mas o meu companheiro ali achou uma correntinha; acho que é de ouro, dá pra ele vender"


2º Nelson Rodrigues, jornalista, escritor e cronista esportivo 

“Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola


1º Armando Nogueira, jornalista esportivo 


“Se a bola soubesse o encanto que tem, não passaria a vida rolando de pé em pé

13 julho 2017

Juventus: Onze anos do escândalo que a rebaixou para a série B. O que aconteceu depois disso?

Thuram;Ibrahimovic;Zebina;Buffon;Emerson;Nedved;Camoranesi;Zambrotta;Del Piero;Mutu;eCannavaro



A Juventus da Itália sempre foi uma equipe de enorme camisa na Europa e no restante do mundo. Seus numerosos títulos não são somente por acaso.  Nas temporadas 2004-05 e 2005-06 era de se dar gosto ver aquele time jogando em campo. Quem não se lembra do ataque Ibrahimovic e Trezeguet? Ou da forte defesa composta por Thuram e Fábio Cannavaro? É, mas ao final desta última temporada citada, houve um acontecimento que deixou qualquer apaixonado por futebol de queixo caído. 

Foi difícil ver a maior campeã da Itália pela primeira vez, em toda a sua história, não atuar pela série A do ano seguinte. 

O episódio marcante foi pelo Campeonato Italiano,  da temporada 2005-06, quando as equipes do Milan, Fiorentina, Lazio e Juventus foram punidas por corrupção e manipulação de resultados. 

O fato aconteceu por conta de um esquema de corrupção e acusações de fraude esportiva. Manipulação de resultados envolvendo a arbitragem era o foco principal do escândalo. 

Para este ocorrido deram o nome de Calciopoli. A denúncia do esquema  de corrupção surgiu em maio de 2006, já no final da temporada dos clubes europeus e pouco antes da Copa do Mundo, onde devidamente a Itália foi campeã daquele ano. 

Na época, o diretor-geral da Juventus, Luciano Moggi, foi considerado o "pivô" do ocorrido, que fez com que a equipe perdesse o título daquela temporada. Moggi foi flagrado em diversas ligações gravadas esquematizando todos os lances que envolviam a arbitragem. Dirigentes de Fiorentina, Milan e Lazio também foram pegues, além também de árbitros que estavam  por dentro da corrupção.

Com isso, a Juventus, além de rebaixada, teve seus dois últimos títulos cassados (2004-05 e 2005-06) pelo Tribunal Disciplinar da Federação Italiana de Futebol. Vale ressaltar que pela série B,  os bianconeros  ficaram com trinta pontos negativos. Ela foi a mais prejudicada dentre os clubes citados, pois foi a campeão do scudetto. 

REFORMULAÇÃO




Com o caso ocorrido, vários jogadores da Juventus acabaram tomando outros ares. Além de um ótimo ano - e, claro, sendo campeão do scudetto - muitos atletas eram estrelas e tinham mercado no futebol europeu. Quem iria querer jogar a série B do italiano?

Thuram e Zambrotta foram para o Barcelona; Ibrahimovic e Viera fecharam com a Inter de Milão; Cannavaro e Emerson foram para o Real Madri... a Vecchia Signora parecia estar ficando enfraquecida.

Poucos jogadores permaneceram. Dos nomes mais badalados somente Buffon, Chiellini, Camoranesi, Nedved, Del Piero e Trezeguet estavam presentes. Mas mesmo assim a Juv não conseguiu se abater. Jogo após jogo, mesmo sabendo que perdera pontos grandiosos, o elenco do então técnico da época, o francês Didier Deschamps, não abriu mão de ser campeão. De 38 rodadas, conseguiram obter oitenta e cinco pontos, tendo apenas quatro derrotas ao todo. Conseguiram também ser o melhor ataque e a segunda melhor defesa na competição, e óbvio, retornando a série A. Após a subida, o dinheiro em caixa começou a crescer, e via-se que novos jogadores e bons resultados poderiam, enfim, chegar.





Na temporada 2007-08 a diretoria investiu pesado. Com Cláudio Ranieri no comando técnico, os bianconeri conseguiram ficar na terceira posição. Já na 2008-09, foram vice-campeões no Italiano, além de irem para uma final de Copa Itália.

A supremacia alvinegra parecia que novamente iria reinar em todo o continente da velha bota. Na temporada 2009-10, investiram mais uma vez pesado para a formação do elenco. Diego e Felipe Melo foram contratados, e Cannavaro voltou depois de uma rápida passagem em Madri. Mas tanto nesta temporada, quanto na seguinte, a Juventus não conseguiu obter bons resultados. 

E foi somente na temporada 20011-12, quando o novo presidente da equipe, o jovem Andrea Agnelli chegou ao poder, a zebra, apelido dado a instituição, conquistou sua hegemonia na Itália. 

As mudanças foram drásticas e rápidas. Antes de Agnelli tornar-se presidente, o técnico era Luigi Delneri. Com a sua chegada, Antonio Conte, ex-atleta do clube, tornou-se o comandante técnico que logo iria ser imbatível nos gramados italianos. 

Só com o ex-volante, a Juventus conquistou três títulos seguidos, além de reconstruir o seu estádio com uma modernização fora do normal e com capacidade para 41 mil assentos. Para a reconstrução, houve investimento em volta de mais de noventa milhões de euros para o Juventus Stadium, novo palco do time de Turim.




Com o belo trabalho de Conte na equipe, o mesmo foi dirigir a seleção italiana, e Massimiliano Allegri, ex-técnico do Milan, acabou sendo o seu sucessor. Com contratações boas e precisas, a Juventus foi conquistando devastadoramente a Itália. Assim como seu antecessor, Allegri também conquistou seu tricampeonato seguido. Desde a chegada de Conte, até esta última temporada que se encerrou, a Velha Senhora é a "papa-títulos" do território. O hexacampeonato inédito e o duas vezes sendo segundo lugar na Liga dos Campeões (temporada 2014-15 e 2016-17) mostra bem o quanto a Juventus Football Club cresceu desde o seu rebaixamento para a série B. 

Isso mostra que com uma boa diretoria e administração, toda a instituição pode crescer novamente de forma ampla e sofisticada bem rapidamente. Basta ela querer, e foi isso que a Juventus fez. Cresceu, e com certeza crescerá cada vez mais.



Feito por: Robson Mateus 


11 julho 2017

Rooney: "Foi a primeira vez que fiquei no banco e esse não sou eu. Eu preciso jogar"


Wayne Rooney volta treze anos após deixar o Goodison Park e ir ao Manchester United, onde venceu conquistou todas as honras pelos Red Devils. O atacante inglês agora volta ao seu clube de origem de forma gratuita.

O jogador de 31 anos falou à imprensa pela primeira vez desde que selou um retorno emocional aos blues na tarde da última segunda-feira(10) e abordou a especulação de que seus últimos meses em Old Trafford eram uma luta.

Embora ele tenha admitido a reserva, não esconde a frustração, e disse que manteve seu papel como capitão do clube, demonstrando sempre respeito pela opção de Mourinho.

Rooney afirmou que queria continuar no United, mas a reserva o incomodava.

"Não tinha acabado, mas eu precisava jogar mais jogos. Eu não joguei isso muitas vezes e é obviamente frustrante. Toda a minha carreira eu joguei e foi a primeira vez que estava no banco e  esse não sou eu. Eu preciso jogar".

"Quando eu não estava jogando, era frustrante, mas obviamente eu era capitão do Manchester United, então eu tive que ficar positivo. Foi difícil, mas isso é futebol. Alguns jogadores aceitarão não jogar por algumas semanas, mas não sou eu".  afirmou o jogador.

O ex-capitão da Inglaterra terá que entrar em forma para a estreia na Premier League diante do Stoke City, no dia 12 de agosto, onde ele poderá potencialmente fazer o seu tão esperado retorno ao Goodison Park, no que será um dia emocional para ele e para a sua família.

Rooney disse: "Será um dia emocional, mas uma vez que você está no campo você precisa se concentrar no jogo. A acumulação será emocionante e minha família ficará encantada em me ver jogando novamente com a camisa azul. Meu pai é um enorme Evertoniano e ele veio para me assistir em Manchester nos últimos 13 anos e agora ele tem a oportunidade de me ver no seu clube de coração, então ele está muito feliz". concluiu Rooney.


No Everton o atacante encontrará alguns ex-companheiros de United e Seleção Inglesa: Morgan Schneiderlin e Michael Keane jogaram com Rooney no United, Leighton Baines, Phil Jagielka e Ross Barkley foram companheiros do camisa 10 na seleção.
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